terça-feira, 7 de junho de 2011

Pesquisa afirma que as proteinas retardam o envelhecimento muscular principalmente em idosos.

Proteínas após o exercício fortalecem os músculos
 Por: Minha Vida
 
Uma pesquisa feita pelo Departamento de Saúde e Ciência do Exercício da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, sugere que bebidas com proteínas ajudam idosos a retardar o envelhecimento dos músculos mais do que aqueles que ingerem bebidas com carboidratos.

Para fazer essa descoberta, os cientistas recrutaram 16 participantes de 37 anos ou mais e instruiu-os a praticar exercícios na esteira por 45 minutos, três vezes por semana, durante seis semanas. Após cada sessão de exercícios, um grupo recebeu uma bebida com proteína e outro, uma bebida com carboidratos.

Os pesquisadores recolheram amostras dos músculos no final das seis semanas e foram capazes de determinar o quanto do músculo e suas partes componentes são novos. Neste caso, novas proteínas, DNA e membranas foram medidas.

Eles notaram que os participantes que ingeriram shakes de proteína tiveram uma renovação maior de membranas e tecidos musculares, contribuindo para a eficácia do exercício e manutenção do músculo. Além disso, o estudo sugere que esse efeito pode ser visto com a ingestão de apenas 20 gramas de proteína.

De acordo com os especialistas, não é um mistério que o exercício físico e uma dieta adequada ajudam a retardar o envelhecimento, mas esse estudo ajuda a explicar como é possível usar esses elementos para ter um processo de envelhecimento melhor.

Ganhe músculos com a ajuda da dieta

A conta é simples: menos gordura corporal e mais músculos é igual ao corpo dos seus sonhos! Mas, se a operação é das mais fáceis na teoria, a prática deixa muita gente de cabelo em pé. Isso porque, nem sempre, basta um treino de musculação parrudo para conseguir um corpo mais torneado. Um plano alimentar é parte essencial dessa transformação.

As proteínas estão por trás da mudança. Elas são as unidades estruturais dos músculos. Por isso, devem estar presentes na alimentação, auxiliando na formação da chamada massa magra. "Entretanto, as células musculares são compostas tanto de proteínas como de carboidratos estocados (para fornecer energia durante o treino) e de água, ou seja, é necessário montar uma dieta que inclua os três itens", afirma a nutricionista Gisele Pavin, da Fórmula Academia.

A quantidade de ingestão depende das características individuais de cada um. Sexo, idade, estado de saúde, além da intensidade, duração e freqüência da atividade física praticada interferem na medida. Recomenda-se, para indivíduos sedentários, a ingestão de 0,8g de proteína por quilo ao dia. Já pessoas ativas podem aumentar a dose: de 1,2 a 1,4g de proteína por quilo estão permitidos diariamente.

"Os atletas que visam à hipertrofia podem aumentar essa quantidade para 1,8g ao dia", diz Gisele. No dia a dia, o ideal para os freqüentadores de academia é ingerir três gramas de carboidrato para cada um grama de proteína.

Confira abaixo sugestões de consumo e, claro, não se esqueça de tomar muita água.

Carne vermelha: é número um em quantidade de creatina, essencial para a construção muscular. Também contém ferro, zinco, niacina (vitamina B3) e vitamina B12 - nutrientes cruciais para quem quer resultados.

Ovo (com gema): é o alimento com o mais alto valor biológico - uma espécie de medida da quantidade de proteína que um alimento é capaz de fornecer ao corpo. É verdade que a proteína da carne é mais eficiente para a construção muscular, mas a gema, além da proteína, contém a vitamina B12, necessária para diminuir os níveis de gordura e ajudar na contração muscular. Ela também é a melhor fonte de colina, substância que ajuda a dissolver a gordura nas artérias.

Salmão: é altamente protéico, com grandes quantidades de ômega-3, uma gordura que ajuda na recuperação da massa muscular.

Azeite de oliva: a gordura monoinsaturada ômega-9 tem ação anticatabólica, ou seja, age contra inflamações que provocam o desgaste e a fraqueza muscular.

Amêndoas: são uma das maiores fontes da vitamina E alfatocoferol, a forma mais bem absorvida pelo corpo e um potente antioxidante, que pode ajudar a prevenir os danos provocados pelos radicais livres após o treino. Quanto menos agressões praticadas pelos radicais livres, mais rapidamente seus músculos vão se recuperar.

Exercícios indicados para cada Biotipo



   Obrigada pessoal, com essa postagem estou completando hoje 1000 post no blog !!!!!
Espero que estejam gostando do conteúdo e que de alguma maneira eu possa estar ajudando-os a melhorar sua qualidade de vida.

VALEU !!!!!

Cada mulher tem o corpo diferente da outra, enquanto umas tem acumulo de gordura no abdômen outra mulher acumula nos quadris. Quando se trata de Bio Tipo as mulheres são dividas em 4 grupos: Quadris largos, barriguinha saliente, magricelas, e atléticas por natureza.

Veja qual exercício mais eficiente para cada Bio Tipo:

Quadris largos: Se você é baixa, tem ombros estreitos, cintura fina, mas um quadril bem espaçoso, você pertence ao grupo de mulheres da glândula gônoda, responsável pela produção de estrogênio. Aposte nas atividades aeróbicas que trabalham bastante os membros inferiores.
Ótimas escolhas: Jump, Step e Bicicleta ou aula de spinning.


Barriguinha saliente: Existem mulheres que têm o corpo quase perfeito. Sendo que o “quase” fica por conta de uma terrível facilidade de acumular gordura no abdômen. Elas pertencem ao grupo das pituitárias, glândulas que regularizam o metabolismo. Aliar atividades aeróbicas à musculação é, com certeza, a melhor alternativa.

Ótimas escolhas: GAP + musculação, Fit Ball + musculação e ginástica localizada.

Olívias Palitos: Elas são tão magrinhas que até parecem que vão quebrar. Possuem a estrutura óssea menor, pouco quadril, pouco peito e ombros bastante estreitos. A glândula dominante é a tireóide, que libera um hormônio que estimula o gasto calórico. A melhor escolha é por exercícios que aumentem a massa muscular.
Ótimas opções: Ginástica localizada e musculação.


Atléticas por natureza: Elas são capazes de despertar a ira de suas companheiras. As mulheres do grupo “supra-renal”, glândula que produz o hormônio cortisol, apesar de parecerem ter sorte por terem nascido com tudo no lugar, devem tomar cuidado com o ganho de massa e de gordura. Qualquer alteração nas suas curvas pode fazer com que percam a feminilidade. Por isso, é melhor apostar nos aeróbicos.
Ótimas opções: Corrida, Step e bicicleta ou spinning.

Por: Esporte Mulher

Treino forte e rápido queima mais gordura do que exercícios amenos e demorados

Publicado por: FISIOLOGISTA.COM

Colégio Americano de Medicina do Esporte conseguiu demonstrar que a intensidade do exercício pode superar a duração em matéria de queima de gordura.

Enquanto as academias de ginástica prometem resultados de capa de revista e as estatísticas de obesidade no planeta só crescem, a ciência tenta entender por que tanta gente malha, malha e não emagrece. Uma hipótese que tem recebido atenção dos especialistas é que talvez essas pessoas façam exercícios fáceis demais. Diversos estudos nos últimos anos sugerem que economizar na duração do exercício e apostar na intensidade pode ser mais eficiente do que o “devagar e sempre” recomendado pelos órgãos de saúde.

Entre as atividades físicas mais indicadas pelos médicos estão a caminhada, a corrida, a natação e a pedalada, classificadas como aeróbicas, por aumentar o uso de oxigênio na produção de energia. O que normalmente se diz é que, para emagrecer, é preciso fazer esses exercícios por mais de meia hora, pois só depois de uns 20 minutos o corpo passaria a usar a gordura como principal combustível. Mas essa convenção vem sendo contestada.

 O pesquisador Luiz Carlos Carnevali Jr., que acaba de lançar o livro Exercício, emagrecimento e intensidade do treinamento, diz que essa é uma meia verdade. “Para usar mais gordura durante o exercício, é preciso um esforço prolongado”, diz ele. “Mas, se o esforço for suficientemente intenso, a gordura será usada do mesmo jeito, depois do exercício.” Carnevali sustenta que a prática frequente de esforço físico intenso produz alterações metabólicas que explicam essa transformação.


Terezinha de Oliveira mostra, numa academia de São Paulo, os exercícios que a fizeram perder 13 quilos em dez semanas. Durante 30 minutos, ela intercalava exercícios aeróbicos, como a pedalada, com musculação e ginástica sem intervalos. “Era bem intenso”, dizMesmo sem se debruçar sobre as explicações moleculares, um estudo publicado em 2008 na revista do Colégio Americano de Medicina do Esporte conseguiu demonstrar que a intensidade do exercício pode superar a duração em matéria de queima de gordura. Divididas aleatoriamente em três grupos, mulheres com obesidade abdominal (circunferência acima de 80 centímetros) fizeram caminhada ou corrida ao longo de 16 semanas. O primeiro grupo se exercitou cinco vezes por semana, com intensidade moderada, em sessões de aproximadamente uma hora. O segundo grupo se exercitou intensamente três vezes por semana, em sessões mais curtas, mas alcançando o mesmo gasto calórico do primeiro grupo (400 calorias) durante as sessões. O terceiro grupo não fez nada. No final, as mulheres que fizeram exercícios intensos tinham perdido muito mais gordura abdominal do que as que fizeram exercícios moderados pelo dobro do tempo (leia o quadro abaixo). A classificação de intenso ou moderado foi dada pela percepção de esforço das participantes no estudo. As mulheres do exercício moderado afirmavam estar ligeiramente cansadas no final da sessão, enquanto as do grupo da corrida puxada diziam estar cansadas ou muito cansadas. Se estivessem usando medidores de frequência cardíaca, o primeiro grupo estaria com batimentos entre 65% e 75% da capacidade máxima e o segundo mostraria batimentos acima de 85% da capacidade máxima.

Quando a intensidade é maior, a duração é inevitavelmente menor, pois os recursos orgânicos disponíveis para manter o esforço simplesmente se esgotam. E essa parece ser a vantagem de trocar a duração pela intensidade. Para o pesquisador Arthur Weltman, da Universidade de Virgínia, um dos responsáveis pelo estudo, a explicação para o efeito emagrecedor do exercício curto e intenso está no período de recuperação. “Não devemos levar em conta apenas as calorias efetivamente gastas durante o exercício”, diz Weltman. “Quando o exercício é intenso, o corpo precisa de muitas calorias para se recuperar.

 É nesse momento de recuperação que ele queima mais gordura.” Um dos responsáveis por isso parece ser o hormônio de crescimento, que estimula a queima de gordura e cuja produção é aumentada pelo esforço físico. Quanto mais intenso o exercício, mais hormônio do crescimento é liberado. Quando o exercício é moderado, quando não “perturba” o organismo, explica o pesquisador, a recuperação não requer tanta energia.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Resultado Oficial da Terceira Etapa do paulista de Master de Natação SPFC

Medalhas de ouro:

Celina Rodrigues – 100 Medley
 Luciana Donati – 200 Borboleta 
 Renate Watanabe – 100 Livre e 100 Medley. 

Medalhas de Prata:

Celina Rodrigues – 200 Borboleta,
 Orica Miyaji – 100 Medley,
 Renato Cirilo – 50 costas e 100 Livre,
 Tamara Gentil – 200 borboleta,
 Revezamento 4X50 Estilo Feminino 240+.
Medalhas de Bronze:

Luciene Carloni – 100 Livre,
 Mª Luiza Bastian – 100 Livre,
 Tamara Gentil – 50 Costas.

SÉTIMO LUGAR na Classificação Geral

Parabéns  Galera !!!

Enxaqueca: a alimentação pode ajudar a combatê-la


A enxaqueca é definida como uma doença crônica, que se caracteriza por dor latejante ou pulsátil, ou seja, aumenta e diminui no ritmo das batidas do coração. Ocorre, geralmente, em apenas um dos lados da cabeça acompanhada de sintomas como náuseas, sensibilidade à luz e ao barulho, e costuma durar mais de quatro horas, podendo doer por dois a três dias seguidos. Ocorre em conseqüência da hiperexcitabilidade dos nervos do tronco cerebral, tendo como conseqüência a dilatação das veias do cérebro, o que provoca a dor.


Uma em quatro mulheres sofre desta doença, mais comum devido à flutuação hormonal que ocorre no período menstrual, entre os 20 e 40 anos de idade. A doença atinge cerca de 10% dos homens. Porém, é importante ressaltar que nem toda dor de cabeça pode ser considerada enxaqueca.


Os principais fatores responsáveis pelas crises ainda não estão totalmente definidos. Ansiedade, fadiga, emoções, tensões, alterações climáticas, iluminação inadequada, poluentes e hábitos alimentares são alguns dos fatores que podem ocasioná-las.


A influência genética é outro importante fator, porém os sintomas só aparecem se a pessoa for exposta ao que se chama de gatilhos. Os mais freqüentes detonadores são:


- Hormônios - a flutuação hormonal que ocorre todos os meses em mulheres, no período menstrual interfere nos mecanismos neurológicos que controlam a dor.


- Fatores Ambientais - estudos apontam que alterações climáticas, como aumento da temperatura, podem causar a crise.


- Alterações na rotina de sono - ficar sem dormir pode causar reações no sistema nervoso central, resultando na dor.


- Estresse - situações estressantes do dia-a-dia podem desencadear uma crise, assim como contribuir para o desequilíbrio neuroquímico.


- Dieta - determinados alimentos possuem em sua composição substâncias que agem diretamente no calibre dos vasos sangüíneos do encéfalo, diminuindo-os (vasoconstrição) e, posteriormente, aumentando-os (vasodilatação).


Como a alimentação pode interferir?

Alimentos que podem desencadear a crise:

· alimentos embutidos, como salsicha e lingüiça, contém nitratos e nitritos, substâncias que aumentam a dilatação dos vasos sangüíneos;

· refrigerantes a base de cola, guaraná, café e o chá mate devem ser evitados, pois possuem cafeína, substância que altera a circulação sanguínea;

· vinho tinto e bebidas espumantes e destiladas em geral possuem fenóis, aldeídos e sulfetos. Essas substâncias estreitam os vasos sangüíneos;

· chocolate, vinho tinto, queijos duros, amendoim, carne defumada e frutas cítricas contêm tiramina, substância que libera prostaglandina, hormônio responsável pela sensação de dor;

· aditivos alimentares, como o glutamato monossódico presente em temperos e alimentos industrializados;

· a fenilalanina, presente em bebidas a base de cola, aspartame e outros alimentos industrializados;


Alimentos que auxiliam no controle da crise:


 os ácidos graxos essenciais auxiliam no controle da dor. Assim, o consumo de azeite de oliva extravirgem orgânico e semente de linhaça é indicado;

· o triptofano ajuda a liberar serotonina, que proporciona sensação de bem estar. Alimentos como a banana, pão integral, arroz integral, feijão e granola contêm essa substância;

· alguns estudos demonstram que a deficiência de magnésio pode representar um importante papel no desenvolvimento da enxaqueca no período menstrual, portanto é importante que se dê atenção á esse mineral, encontrado em folhas verde escuras, soja, leguminosas, cereais integrais (arroz integral, macarrão integral, aveia, quinua, amaranto, pão integral), peixes (principalmente salmão) e ovos;

· alimentos fonte de selênio, como a castanha de caju, castanha-do-brasil, nozes e frutos do mar;

· alimentos fonte de lisina, como ovos, iogurtes naturais, soja e peixes.


Tão importante quanto evitar o alimento errado, é não deixar de alimentar-se. Ficar muito tempo sem se alimentar leva a uma redução do açúcar no sangue (hipoglicemia), que facilmente pode desencadear a crise de enxaqueca. Portanto é importante fracionar a alimentação, realizando de cinco a seis refeições ao dia e evitando permanecer mais de três horas sem se alimentar.


Vale ressaltar que a tolerância de cada indivíduo deve ser respeitada, dando atenção especial à suscetibilidade ao consumo de determinados alimentos. Além disso, uma alimentação adequada pode reduzir a freqüência dos episódios dolorosos de enxaqueca, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.



Fonte: Natalia Lautherbach e Thais Souza - Nutricionistas da Rede Mundo Verde


 

Corredor, Cuidado nas descidas..

 Veja como se proteger de lesões na hora de correr em declives

Quando um atleta se prepara para participar de uma prova, ele costuma levantar uma série de informações sobre o percurso. Além da distância e do tipo de piso, por exemplo, existe um dado que todo corredor gosta de saber: o perfil altimétrico. É nessa hora que todo corredor se apavora com a quantidade de subidas que irá enfrentar. Mas saiba que as descidas também merecem atenção redobrada.

“O principal erro que os atletas cometem quando correm na descida é o aumento da velocidade. Isso causa maior impacto das articulações e risco de lesões”. Uma boa base de treino é fundamental para não se machucar na descida. “Se o atleta não vem correndo de forma regular, a chance de ter uma lesão aumenta”.

Só para complicar um pouquinho mais a vida do corredor, a articulação que mais sofre nos declives é o joelho. “Essa é a parte mais solicitada nesse tipo de condição, pois o músculo da coxa promove uma contracção que traciona a rótula e o ligamento patelar, e o joelho precisa fazer uma espécie de bloqueio para não dobrar”.

A sobrecarga nos joelhos pode causar um processo inflamatório e dor no atleta. “Além disso, se o corredor já tiver outras lesões na articulação, é possível ter uma lesão no ligamento, e a chance de torção é maior”.

- Desça com tranquilidade: não existem técnicas específicas para trechos em declive, mas é possível minimizar o risco de lesões seguindo três dicas básicas:

- Treine regularmente: o atleta cujo organismo está mais acostumado ao esforço tem mais chances de se adaptar melhor aos treinos e provas com trechos de descida. Se você ainda é iniciante, prefira terrenos planos e converse com seu treinador antes de forçar nos aclives e declives.

- Alongue-se: essa é uma recomendação básica de todo tipo de treino, mas nunca é demais reforçar. Caprichar no alongamento da parte posterior dos joelhos e no aquecimento das articulações faz a diferença para ter uma corrida agradável e prazerosa, sem as desagradáveis dores.

- Fortaleça a musculatura: a parte interna da coxa e o quadríceps são os grupos musculares mais exigidos nas descidas. Por isso, complemente seu treino de corrida com sessões de musculação, pois são os músculos que protegem ossos e articulações.

Se o atleta seguir as recomendações, além de evitar lesões, pode utilizar os trechos em declive como um aliado durante uma prova dura, por exemplo. “A corrida em decidas fica mais fácil quando a usamos para recuperação entre uma subida e outra, mas é preciso ter cuidado para não correr de forma descontrolada nesses trechos”.

Consumir água ou bebida esportiva?



Na prática esportiva, a hidratação é fundamental para obter uma boa execução no exercício. O metabolismo é mais eficiente quando bem hidratado, pois o organismo é composto por aproximadamente 70% de água.

Existem muitas dúvidas com relação ao uso da água ou das bebidas esportivas pelos praticantes.
Quando a prática é desportiva, sem fins competitivos, a água supre a necessidade de hidratação para atividades com duração máxima de uma hora. Se ultrapassar uma hora, bebidas isotônicas devem ser ingeridas.

É importante consumir uma fonte de carboidrato para garantir fonte de energia. De acordo com a sua tolerância gástrica, poderá ingerir alimentos de fácil digestão, como frutas sem bagaço e casca, prefira maçã, banana ou pêra, sanduíches com pouca proteína, fibra e gordura, como bisnaguinha com um pouco de requeijão light, bolos e bolachas sem recheio, suco de frutas ou gel de carboidrato.

Para fins competitivos é mais indicado o consumo de bebidas esportivas. Nos exercícios de curta duração e alta intensidade, como Short Triatlhon, uma corrida de 5 km e 10 km, é indicado o uso de bebidas isotônicas.

Para os de longa duração, a bebida isotônica deverá ser consumida ao longo da prova para garantir a hidratação e suplementos hipercalóricos diluídos em água para repor as perdas de carboidrato, proteína e gordura, e também fornecer energia.

Além disso, os alimentos listados acima deverão ser consumidos. Uma dica é iniciar a prova consumindo alimentos salgados, como a bisnaguinha, sache caseiro de purê de batata com azeitona, frutas secas (uva passa, damasco, banana passa) por exemplo, pois o processo digestivo funciona melhor e evita sintoma de náusea e vômito causados, na maioria das vezes, pelo sabor doce dos suplementos em gel e hipercalóricos.
A hidratação não deve ser lembrada apenas durante a atividade física, mas também ao longo do dia com o consumo predominantemente de água.

Por: Ativo.com

Evite os extremos

‘Oito ou oitenta’. Taí uma expressão que se encaixa em qualquer assunto. Já reparou? A gente sabe que o equilíbrio é ideal. Mas na prática... Um monge budista ou aquele amigo mais evoluído estaria no meio do caminho ou bem próximo dele.
Quanto à corrida, a gente fala muito pra turma de sedentários sair do sofá e provamos a eles o quanto a atividade física faz bem. Mas esquecemos ou não damos atenção para os malucos que treinam seis vezes na semana mas não são profissionais nem estão nas vésperas do Ironman. O excesso é tão ruim quanto o sedentarismo. Qualquer treinador sabe que descanso faz parte do treinamento. (Só não vai transformar isso em mantra e adotá-lo diariamente!)

Existem psicólogos que conhecem bem os motivos de alguém mergulhar de vez nessa rotina exagerada de treinos – relações recém-desfeitas, carência, medo de tratar outros problemas (leia-se: fuga)... 
A dose certa só traz benefícios, mas a dedicação excessiva não traz apenas lesões (até porque elas fariam a pessoa baixar o ritmo, o que seria bom nesse caso) como pode trazer o que acho pior: o efeito rebote. Aquele famoso ‘bode’. Depois do exagero, entra a depressão e a pessoa desaparece do mundo da corrida. Normalmente pra sempre.
 Se vocês conhecem gente assim, vamos ajudá-los a continuar nas pistas, nos parques e nas provinhas. Convide uma dessas pessoas pra ir ao cinema, pra um jantar ou qualquer outro programa com amigos. Ocupar a agenda com outras atividades fará bem pra cabeça e, ainda assim, pro físico também.
Por: Blog Mizuno

domingo, 5 de junho de 2011

 Mas precisava deixar um recado prá quem passou a manhã de domingo comigo e a Adriana na piscina do clube Pinheiros :




ATÉ TERÇA e,

VALEU,  VOCÊS SÃO
NOSSOS VENCEDORES !!!!!

Natação Master do SPFC no Pinheiros


Parabéns a Equipe Master de Natação do SPFC pela bela apresentação de hoje na piscina do clube Pinheiros.
Apesar do frio dessa manhã, todos os presentes estavam alegres e satisfeitos
Rimos muito, brincamos, comemos, passamos frio,tiramos fotos, nos concentramos e fomos a luta !
Como sempre ganhamos muitas medalhas , mas será que realmente sair da competição com uma medalha a mais é o que realmente importa ?

Acho que a maior premiação de todas é:

Satisfação pessoal....
Limites a serem quebrados e atingidos....
Tempos a serem estabelecidos....
E sempre a tentativa de ficar feliz consigo mesmo.... antes, durante e após cada evento..... e durante os dias de treino.

A medalha é importante sim, mas já vi tanta gente me dizer que não tinha dado o seu melhor, que não tinha gostado de sua prova mas no entanto, estava com a medalha no peito ...

Prá gente o importante é uma prova "limpa", calculada, ritmada, pensada.
Vamos devagar "limpando" o estilo, coordenando o nado e aperfeiçoando a técnica e assim nossos tempos irão melhorando e aos poucos iremos nos superando. Tudo é uma questão de tempo e determinação ... !

Que venha a próxima, tenho a certeza que estaremos ainda mais preparados!

Valeu pessoal, PARABÉNS por mais essa etapa !!

sábado, 4 de junho de 2011

05/06- Paulista de Natação Master no Clube Pinheiros

Oi pessoal,

Amanhã a partir das 9:00 hs estaremos Adriana e Eu com a Turma da Natação Master do SPFC no clube Pinheiros, para mais uma etapa do campeonato paulista de master de natação.
Se você tivér por aí "desocupado", dá uma chegada lá, prá ver "Nossos Atletas" mergulhando para mais uma bela apresentação!!


Força Master, Boa Sorte a todos !!!!!!

Ana e Adriana

Lesões de Meniscos

 

 Anatomia 

Os joelhos são constituídos, cada um deles, por dois meniscos, um menisco interno (ou médio) e um menisco externo (ou lateral), estando cada um situado entre um dos côndilos femorais e uma das cavidades glenóideas da tíbia. 

A presença destas cartilagens específicas é fundamental para o funcionamento do joelho, já que a sua forma e consistência especiais permitem um melhor encaixe e evitam o atrito direto das extremidades ósseas, o que confere uma melhor estabilidade à articulação e contribui para suportar a carga do peso corporal ao andar. 

Causas e tipos de lesões  

As lesões nos meniscos podem ser provocadas por qualquer movimento forçado do joelho, quedas e traumatismos na zona. Como é lógico, embora sejam problemas mais comuns nos desportistas e também em determinadas profissões (por exemplo, entre os mineiros), também podem acontecer na vida quotidiana em caso de queda ou movimento brusco ou atípico. Por conseguinte, é possível que o menisco não se consiga deslocar adequadamente e fique preso ou pressionado pelos ossos. Por outro lado, também pode sofrer uma exagerada tração provocado pelas estruturas articulares às quais se encontra unido, o que acaba por superar a sua resistência. Estes são os mecanismos responsáveis pelos dois tipos de lesões mais comuns: a ruptura total ou parcial do menisco e a desunião das estruturas articulares às quais se encontra unido. 

Sintomas e consequências  

As lesões do menisco costumam ser acompanhadas por um “estalido”, no momento em que se dá a lesão, pelo surgimento de dor e pela produção de uma inflamação. No entanto, ambos os problemas vão gradualmente diminuindo de intensidade até desaparecerem por completo, ao fim de alguns dias. Todavia, a mobilidade do joelho costuma ficar mais ou menos afetada, limitando a sua capacidade de flexão e dificultando a sua total extensão, na medida em que a desunião ou a colocação de um pedaço do menisco lesionado entre os ossos pode provocar um bloqueio articular, no qual o joelho fica fixo na sua posição de flexão, sem que seja possível movê-lo. Embora este problema, por vezes, se possa curar de forma espontânea, possibilitando praticamente o normal movimento do joelho, noutros casos, o joelho fica permanentemente bloqueado. A desunião ou ruptura parcial periférica pode ser solucionada, ao fim de algumas semanas, através da cicatrização ou com o tratamento adequado. Todavia, quando a lesão se dá no corpo do menisco ou quando é uma ruptura total, as probabilidades de cicatrização espontânea são muito poucas. Caso não seja efetuado o tratamento adequado, a lesão torna-se permanente, provocando dor perante a realização de determinados movimentos e a produção, a qualquer momento, de um bloqueio do joelho ou de uma insuficiência ao nível da articulação, ou seja, uma sensação de instabilidade ao apoiar o pé no chão.  

Diagnóstico e tratamento 

Embora seja possível diagnosticar as lesões nos meniscos através da descrição dos sinais e sintomas e dos exames físicos, os médicos apenas costumam confirmar o diagnóstico e determinar o tipo de lesão após a realização de um exame denominado artrografia, uma radiografia específica efetuada após a injeção de ar ou de uma substância de contraste na articulação, através da qual é possível observar os meniscos e as suas alterações. É igualmente possível recorrer a uma artroscopia, um exame no qual é possível visualizar as estruturas internas da articulação e determinar com precisão as lesões do menisco. 

Embora o tratamento passe, na maioria dos casos, por uma intervenção cirúrgica, caso a lesão seja recente, pode-se procurar facilitar a sua cicatrização através da imobilização do joelho com gesso de uma a três semanas. A intervenção cirúrgica mais comum consiste em abrir a articulação e extrair o menisco lesionado, na medida em que, quatro semanas após a realização da mesma, é desencadeado um processo espontâneo de renovação, que provoca a formação de uma nova cartilagem fibrosa semelhante ao menisco, capaz de desempenhar as suas funções na perfeição. Por outro lado, convém realizar vários exercícios e outras técnicas específicas de fisioterapia, de modo a recuperar a funcionalidade do joelho e fortalecer os músculos da zona afetada. 

Uma outra possibilidade de tratamento mais moderna consiste na reparação da lesão através de uma artroscopia, tendo em conta que desta forma não é necessário abrir o joelho, o que torna a recuperação mais rápida e permite que o paciente se levante e caminhe no dia seguinte, permitindo um período pós-operatório mais curto.

Fonte: http://www.medipedia.pt

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Colesterol: saiba de sua importância e como mantê-lo equilibrado

 
Fora da taxa normal, ele pode ocasionar problemas no coração
O colesterol é uma molécula essencial para o corpo humano. Ele circula na corrente sanguínea e é feito de uma molécula a partir da qual os hormônios e esteróides são feitas. Ele também ajuda a manter as células nervosas. Setenta e cinco por cento e 80% do colesterol que circula na corrente sanguínea é produzido no fígado. O restante é adquirido de fontes externas, de alimentos provenientes dos animais. O colesterol não é encontrado nas plantas.
 
Só é possível identificar a taxa ideal do colesterol através de análise laboratorial. Um nível de colesterol normal ou desejável é definido como inferior a 200 mg de colesterol por decilitro de sangue (mg / dL). O colesterol no sangue é considerado limítrofe quando ele está na faixa de 200 a 239 mg / dl. É considerada uma taxa elevada quando ela está acima de 240 mg / dl.

O colesterol foi dividido em duas grandes categorias: lipoproteína de baixa densidade (LDL), o chamado colesterol “ruim “, e lipoproteína de alta densidade (HDL), o chamado colesterol “bom “. Dieta, exercício físico, tabagismo, álcool e algumas doenças podem afetar os níveis de dois tipos de colesterol. Comer uma dieta rica em gordura aumenta o seu nível de colesterol LDL. Exercícios ajudam a aumentar o colesterol HDL e diminuir o colesterol LDL.

A causa mais comum de colesterol elevado é a ingestão de alimentos que são ricos em gorduras saturadas, ou que contém níveis elevados de colesterol. O colesterol elevado também pode ser causado por doenças que elevam seus níveis no sangue, como diabetes mellitus, doença renal, doença hepática, ou hipotireoidismo.

O aumento do colesterol eleva o risco de doença cardíaca. Níveis elevados entopem os vasos sanguíneos. Estes depósitos de gordura, chamados de placas, são compostos de gorduras depositados na corrente sanguínea. Quando os depósitos se tornam suficientemente grandes, eles bloqueiam os vasos sanguíneos e diminuem o fluxo do sangue.

Estes depósitos resultam no surgimento da aterosclerose, que pode causar a formação de coágulos sanguíneos que interromperá o fluxo sanguíneo. Se as artérias que suprem o coração ficarem entupidas, o coração corre o risco de sofrer um ataque cardíaco.

Para evitar o aumento da taxa do colesterol, os médicos recomendam:

. Ingestão de produtos lácteos com baixo teor de gordura;
. Consumo de carnes magras como frango sem pele e peixes;
. Evitar alimentos ricos em gorduras saturadas como batatas fritas, ovos, queijo amarelo e bacon;
. Optar em comer alimentos assados ou grelhados.

Por Carolina Abranches – Fonte: www.bemstar.com.br

Causas da obesidade

 
 
Hoje já se sabe que a obesidade é causada por uma complexa interação entre fatores genéticos e ambientais, sendo o meio ambiente  o fator principal de ativação ou inativação desses genes. Ou seja, você pode até ter propensão genética para desenvolver Diabetes ou Hipertensão, por exemplo, mas se seu estilo de vida for saudável, você consegue dimiuir muito as chances de desenvolver estas doenças.
 
A obesidade geralmente ocorre em membros da mesma família, sugerindo a causa genética. Porém, familiares normalmente compartilham de hábitos de dieta e estilo de vida semelhantes, o que também contribui para a obesidade. Assim, fica difícil separar os fatores genéticos dos hábitos alimentares e do estilo de vida.

A globalização trouxe um estilo de vida pouco saudável aos países em desenvolvimento. As pessoas desses países aumentaram muito o consumo de bebidas adoçadas, óleos vegetais e alimentos de origem animal, se tornaram mais sedentárias e mais expostas a um maior nível de estresse físico e emocional. Todos eses fatores em conjunto exercem forte influência no desenvolvimento da obesidade, especialmente naqueles indíviduos que possuem propensão genética para a doença. Nesse sentido,  cada vez mais tem-se dado atenção ao impacto do meio ambiente no desenvolvimento das doenças metabólicas como obesidade, diabetes, câncer, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Observa-se no Brasil, uma redução dos índices de desnutrição e um aumento da prevalência de obesidade, que vem acompanhada de doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão. Uma pesquisa realizada em 2002 e 2003 também mostrou que os brasileiros aumentaram o consumo de açúcar e diminuiram as frutas e hortaliças da dieta.

Não podemos esquecer, ainda, que as indústrias têm aumentado cada vez mais o investimento em marketing, tornando as propagandas cada vez mais sofisticadas e atraentes, principalmente de alimentos voltados para as crianças. Muitas vezes, esses alimentos têm  baixo valor nutricional e vêm atrelados  a fatores que seduzem as crianças, como brinquedos e adesivos.

As intervenções de mudança no estilo de vida, aliando uma alimentação mais saudável à prática de atividade física e ao controle do estresse, compõem uma das condutas mais adotadas para a redução do peso corporal. Porém, não são raros os casos de pacientes que não respondem satisfatoriamente a essas intervenções.

Abaixo estão sugestões práticas para impulsionar a perda de peso. Junto com a reeducação alimentar orientada por um nutricionista,  o sucesso na redução do peso corporal será mais evidente.
  • Sempre que possível dê preferência aos alimentos orgânicos para minimizar a exposição a pesticidas,
  • herbicidas, hormônios e antibióticos;
  • Beba água filtrada;
  • Evite o consumo de gordura trans, alimentos processados e refinados, sal, cafeína, carnes gordurosas e álcool;
  • Beba de 6 a 8 copos de água por dia;
  • Ingerir uma boa quantidade de fibras diariamente, como leguminosas, grãos integrais, frutas, vegetais, oleaginosas e sementes;
  • Ingerir vegatais crucíferos: agrião, brócolis, couve, couve-flor, nabo, repolho, rúcula;
  • Ingerir alho, chá verde, romã, limão, alcachofra, própolis, cúrcuma, alecrim, coentro;
  • Sempre que possível tomar suco de frutas e vegetais com cenoura, beterraba, coentro,  aipo,  salsa e gengibre;
  • Chás destoxificantes, como: gengibre, alcaçuz, canela.
Mas não se esqueça de que é mais fácil perder 2 quilos do que perder 10 quilos. Então aproveite enquando é cedo para mudar seu estilo de vida!

Fonte:  anutricionista.com  - Adriana Fernandes Miranda – CRN4 09100076 –
Written by AREA DE TREINO · Filed Under Prof. Dr. Newton Nunes 

Prancha de Surf para iniciantes

Para quem curte mar, esporte, praia e muita diversão não pode deixar de aprender Surf, um dos esportes mais radicais do planeta. E se você achava que Surf era só para pessoas experientes, não deixe de conferir este artigo. Aqui você vai descobrir o seu equipamento para as melhores e mais incríveis ondas!
 
Revestidas com espuma de polietileno de célula fechada e fabricadas em bloco de poliestireno, como informa o portal da marca, as pranchas Softboard Brasil são ótimas para iniciantes com espírito aventureiro.

Toda essa equipagem causa a maciez característica das pranchas, o que dificulta infiltrações e acidentes.  A marca também assegura que 70% das pessoas conseguem ficar de pé… no primeiro dia de aprendizado! Isso mesmo. As pranchas são disponibilizadas em vários tamanhos e possuem preços bem abaixo da média tradicional, intensificando a acessibilidade de aspirantes a praticantes. Considere a linha ProWave, as quilhas FLEX flexíveis e a Linha Evolution, caso você já esteja no nível intermediário. Não deixe de conferir diversas imagens ao final do artigo.

Lembre-se de que a compra de pranchas de Surf requerem pesquisa de tamanho, peso e design. Pesquise sobre o que é melhor para o seu corpo e vá de encontro ao mar hoje mesmo! Confira: 





































  

  






 fonte: www.softboardbrasil.com.br

Fafá Atelier dos Sabores

Oi pessoal,

Esse post é para apresentar à vocês mais uma opção de bolos, tortas e quiches para casamentos e eventos em geral.
Trata-se do Fafá Atelier dos Sabores, da nossa amiga  Fátima Louzano.
Quem já provou, disse ser muuuito bom...

Maiores informações ligue:
58413142 / 82041416 / 94892424

Delicie-se, com moderação !!!!!!


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Frequência cardíaca no meio aquático e terrestre

Embora não esteja totalmente esclarecido o mecanismo responsável pela diminuição na FC durante a imersão, acredita-se que uma das principais explicações para isso recaia sobre o aumento no retorno venoso. Nesse sentido, um dos efeitos advindos da ação da pressão hidrostática sobre os indivíduos consiste justamente no aumento no retorno venoso, que leva a incrementos no volume sanguíneo central e na pré-carga cardíaca.
 Outro aspecto a ser considerado é a maior termocondutividade da água ao ser comparada com o ar, fazendo com que temperaturas aquáticas inferiores à condição termoneutra contribuam para a redistribuição sanguínea, assim deslocando o sangue da periferia para as regiões centrais, na tentativa de impedir a perda excessiva de calor corporal. Essa hipervolemia central gera aumentos no volume sistólico e débito cardíaco, promovendo bradicardia reflexa decorrente da imersão.
 Em adição, a diminuição da atividade nervosa simpática também concorre para potencializar as respostas bradicárdicas na imersão. Ainda, para a diminuição do peso hidrostático como fator igualmente responsá-vel pelas modificações na FC durante a imersão, contribuindo para a bradicardia devido ao menor recrutamento muscular e conseqüente redução no aporte sanguíneo. Em função dos dados apresentados na literatura, verifica-se que a magnitude das diferenças nas respostas de FC nos meios aquático e terrestre pode variar bastante. Entre os aspectos mais importantes que podem explicar esse fato situam-se a temperatura da água, a redução do peso hidrostático, o posicionamento do corpo e sua profundidade de imersão, a FC de repouso e a intensidade relativa do esforço.
 Dessa forma, para a prescrição do exercício no meio líquido, o somatório desses aspectos deve ser cuidadosamente analisado, visto que discretas variações em um ou mais aspectos podem ditar diferenças importantes na forma de condução dos exercícios. Tal fato torna-se especialmente importante ao lidar com populações de risco, mal condicionadas, ou que necessitam de cuidados especiais.
 Do ponto de vista prático, para a obtenção da FCmáx real em ambiente aquático o ideal seria a aplicação de um teste de esforço máximo, que deveria ser conduzido em condições de temperatura, profundidade de imersão e gesto motor específicos ao tipo de exercício utilizado no programa de treinamento. Havendo impossibilidade de realizar o teste de esforço, aceita-se ser possível predizer a FCmáx no meio líquido através da subtração da bradicardia aquática do valor de FCmáx no meio terrestre.
Nesse sentido, para determinar o valor da diminuição dos batimentos cardíacos durante a imersão, cada indivíduo deveria ser analisado em condições de profundidade, temperatura e posição corporal similares às do exercício proposto no programa de treinamento, em comparação com a mesma posição em terra. Uma proposta para essa finalidade seria a utilização da seguinte equação
FCmax na água = FCmáx em terra – .FC em que .FC = bradicardia decorrente da imersão (na profundidade,
temperatura e posição corporal utilizadas no exercício).

Por: Newton Nunes

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O que é melhor, bater perna com ou sem prancha?

Cansamos de escutar que a natação é um esporte que trabalha todos os músculos do corpo, mas é frequente durante o treino de natação darmos ênfase apenas ao trabalho de pernas, pois as perna contribuem significativamente para a propulsão do nado principalmente nas provas de velocidade. É ai que muitos alunos me perguntam: é melhor bater perna com prancha ou sem prancha?
As duas coisas devem ser incluídas no seu programa de treinamento, porém cada uma delas tem objetivos específicos.
Perna com prancha

Bater perna com prancha pode ser interessante para pessoa as que tem dificuldade de flutuação, e por isso, por isso a prancha pode auxilia-las com a flutuação e fazer com que consigam se condicionar  batendo pernas por mais tempo.
Bater pernas com prancha também intensifica o trabalho dos quadríceps, o que pode ser interessante numa situação de reabilitação. A prancha também permite que você consiga continuar o treino mesmo quando estiver com os braços cansados, já que a pranchinha auxilia na flutuação.

Exise até algumas pranchas com formatos diferentes com o objetivo de melhorar o alinhamento corporal, como a FINIS Alignment Kickboard, que promete permitir ao nadador trabalhar numa posição mais próxima do normal. mesmo assim o trabalho de pernas com prancha coloca o seu corpo numa posição diferente do que a posição ideal de nado.
 Então se seu objetivo principal é melhrorar a sua posição corporal de nado e consequentemente o seu estilo, talvez seja mais interessante bater pernas sem prancha.

 Perna sem prancha

Sem a prancha, além de melhorar o seu posicionamento corporal, torna o exercício mais intenso, isso se você não exagerar os movimentos de braço quando for respirar.

Bater pernas sem prancha é mais indicado também na hora de fazer o nado submerso principalmente para os nados de costas e borboleta. Pois sem prancha conseguimos melhorar não só o posicionamento corporal como conseguimos aumentar o trabalho da musculatura abdominal, que é fundamental para o sucesso nos nados de costa e borboleta.
Um dos educativos mais usados para a melhora do alinhamento e da rotação corporal para os nados de crawl e costas é o exercício da perna lateral, que pode ser usado durante o aquecimento ou durante as séries de perna.

 Como fazer:
O exercício consiste em nada mais que bater perna lateralmente (com a barriga voltada para a parede da piscina), com um dos braços extendido e outro ao lado do corpo.

Tente manter o corpo o mais lateral possível e mantenha a cabeça olhando para o fundo da piscina.
Para respirar, apenas vire o pescoço de modo que ao respirar você esteja olhando para o céu.
As nadadeiras (ou pé de pato) podem ser usadas tanto para ajudar iniciantes com dificuldade de flutuação quanto para aumentar a demanda do exercício.

Bons treinos

Por Espírito Outdoor

17 Open de Natação parte 3

Aí galerinha, mais fotos da nossa prova de domingo ...






Pule corda e extermine calorias

Além de ajudar a emagrecer, a atividade melhora coordenação e resistência

Yara Achôa, iG São Paulo


Foto: Thinkstock/Getty Images Ampliar
Pular corda ajuda a emagrecer, define as pernas, aumenta o fôlego e ainda diverte

Por parecer brincadeira de criança, muita gente não a valoriza. Mas pular corda é uma excelente atividade física.

Pode ser o empurrão que faltava para quem está tentando sair do sedentarismo ou até complementar outros esportes, com a intenção de reforçar o condicionamento físico.

“Para quem ainda não tem fôlego, pular corda é um bom início. Você pode começar bem leve, de 5 a 10 minutos por dia”, diz o professor de educação física Marcio Acoaviva, coordenador da Academia Needs, de São Paulo.

“A corda auxilia ainda na prática de corrida, ciclismo e boxe, entre outros esportes. Você varia o trabalho aeróbico e reforça o condicionamento cardiovascular”, completa o professor José Ricardo Martins Junior, gerente técnico da Academia Body Planet, do Rio de Janeiro.

A atividade é uma verdadeira máquina de exterminar excessos: a prática de 20 minutos pode queimar 300 calorias e reduzir a gordura corporal. Por outro lado, também proporciona o fortalecimento do abdômen, dos braços e dos membros inferiores (deixa panturrilhas e coxas torneadas e bumbum durinho). "E ainda aumenta a agilidade, a concentração, melhora o equilíbrio e a coordenação motora”, completa o professor José Ricardo.

Por ser uma atividade de impacto, só é preciso ter cuidado com lesões em tornozelos, quadris e joelhos.

“Deve ser evitada por quem tem dor nessas áreas ou algum problema na coluna. Aliás, sentiu qualquer incômodo, interrompa o exercício”, alerta Marcio Acoaviva. De preferência, faça sob supervisão de um professor de educação física.

É fácil começar. Basta um pequeno espaço, uma corda firme e tênis de boa qualidade e com amortecimento capaz de deve absorver o impacto causado pelos saltos em sequência.

Inicie com séries de 5 a 10 minutos por dia, pelo menos duas vezes por semana para que os resultados possam ser eficientes. “Caso sinta cansaço, pare um pouco, respire. Verifique sua frequência cardíaca– se estiver alta, dê um tempo e só depois reinicie”, ensina o professor da Academia Needs.

“Pule dois minutos, descanse um. Repita de três a quatro a quatro vezes”, finaliza o especialista. Com a evolução, você pode chegar a pular três vezes por semana, em séries de 20 a 30 minutos.

Comprovado: estresse e mau humor engordam

Nova pesquisa mostra que tensão estimula a fome e também diminui sensação de saciedade


Fernanda Aranda, iG São Paulo
  • Existe, sim, explicação científica por trás da vontade incontrolável de comer um doce após um dia “daqueles”. Uma pesquisa descobriu o mecanismo no organismo que em situação de estresse torna os alimentos gordurosos ainda mais irresistíveis e, de quebra, faz com que a vontade de encher o prato (e repetir algumas vezes) fique muito maior.


O trabalho foi feito por estudiosos do Instituto Weizmann, de Israel, e publicado na revista científica Proceedings of the Nacionational Academy of Sciences (Pnas).

A análise feita em laboratório mostrou que a tensão ativa uma área cerebral que produz a proteína UCN3. O perigo oferecido à boa forma física é duplo: ela age no fígado, pâncreas, coração e cérebro e desperta a vontade de comer. Ao mesmo tempo, a proteína também diminui a sensação de saciedade. O resultado é mais fome e menos sensação de “barriga cheia”.

A pesquisa sugere que a bronca do chefe, o fora do namorado ou o trânsito interminável podem, portanto, deixar os chocolates, biscoitos gordurosos ou o fast food ainda mais apetitosos. Mas como vencer o estresse e o mau humor?

Diabetes, hipertensão, colesterol

A importância de vencer o estresse e o mau humor está nos prejuízos acarretados com eles. Segundo os especialistas, em geral, os obesos que chegam aos consultórios também carregam um histórico de rotinas muito tensas. Tratar a obesidade exige, ao mesmo tempo, tratar a vida pessoal.

“O estresse é um fator ambiental que está presente desde a infância. Ele promove alterações no organismo que são cada vez mais estudadas”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Saulo Cavalcanti Silva. “O que já é comprovado é que em situações estressantes há aumento de produção de hormônios, como cortisona, adrenalina e impacto em neurotransmissores, que servem de gatilho para obesidade, hipertensão, diabetes e colesterol, principalmente para os que já tiverem influência genética.”

Não é à toa, afirma o médico, que o aumento de hipertensão (4% em um ano segundo o Ministério da Saúde) e dos casos de diabetes, acompanham também a escalada do estresse –

Explicação pré-histórica

Amelio Godoy Matos, membro do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, afirma que existe uma explicação desde os tempos da caverna para a relação entre estresse e ganho de peso. “O estresse é a percepção de ameaça. Desde os tempos pré-históricos, a resposta do organismo do homem em situações ameaçadoras é armazenar energia para sobreviver. É instintivo, portanto, preservar gordura para enfrentar o estresse”, explica ele.

A nutricionista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – especializada em adolescentes – Elaine Rocha de Pádua, acrescenta ainda que até a forma como o bebê foi amamentado pode explicar porque a pessoa encara a comida como um “porto seguro”. “Se quando bebê, toda vez que ele chorava, a mãe oferecia o peito como um consolo, essa criança cresce com a sensação de que a alimentação é a solução para os períodos de estresse”, afirmou a especialista

Informação não é aval

Segundo os médicos, saber as explicações científicas, antropológicas e até educacionais para a influência do estresse no ganho de peso não “autoriza” as pessoas a comerem de forma desenfreada em situações tensas.
Para os especialistas, o importante é considerar que o estresse é fator de risco para a saúde tão importante quanto o cigarro e o álcool. “As pessoas precisam dar a devida atenção ao estresse.

 Quando recomendamos que indicamos caminhada de 30 minutos por dia para proteger contra doenças crônicas, também é orientado reduzir a jornada de trabalho. Infelizmente, as pessoas ainda não têm noção do quanto a vida estressante é prejudicial”, alertou o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Quer melhorar o humor? Dê mais vigor aos exercícios

Pesquisa indica que exercícios vigorosos têm mais impacto na melhora do humor que atividades físicas moderadas

The New York Times



Foto: Getty Images Ampliar
Boxe: exercícios vigorosos melhoram mais o humor, diz pesquisa

Novo estudo mostra que a prática de exercícios vigorosos oferece uma injeção de ânimo mais forte do que um treino apenas moderado.
Pesquisadores ingleses compararam 11 pessoas sedentárias que realizaram exercícios moderados e de alta intensidade. O estado de ânimo dos participantes foi avaliado antes, durante, imediatamente depois e 20 minutos após o término do treino.

Os participantes apresentaram estado de ânimo mais negativo durante e imediatamente após a prática de exercícios de alta intensidade, em comparação a quando realizaram um treino mais moderado ou nenhum tipo de exercício. Entretanto, o estado de ânimo apresentado 20 minutos após o término do treino vigoroso foi muito melhor em comparação ao estado anterior ao treino.


Os pesquisadores não observaram o mesmo tipo de melhoria após a prática de exercícios moderados ou de nenhum tipo de exercício. O estudo foi apresentado este mês, na Escócia, durante o encontro anual da Sociedade Britânica de Psicologia. Pesquisas apresentadas em encontros médicos são consideradas preliminares por não terem passado pela avaliação rigorosa que antecede a publicação em periódicos científicos revisados por profissionais da área.

“Estes resultados têm implicações na intensidade de exercícios recomendados para a produção da sensação de bem-estar que geralmente ocorre após a prática de exercícios”, disse Nickolas Smith, da Manchester Metropolitan University, em um boletim da sociedade britânica.
“Existem também implicações sobre a forma como pessoas que recentemente iniciaram uma prática regular de exercícios devem esperar se sentir durante ele, se o objetivo é alcançar a mudança de ânimo positiva que sucede a prática”.

"Personal vovôs"

Trabalho diferenciado com alunos da terceira idade foca no fim do sedentarismo e na promoção da saúde

Fernanda Aranda, iG São Paulo

Foto: Amana Salles / Fotoarena Ampliar
A nova tendência da ginástica são os personais trainers especializados em terceira idade. Na foto, o professor Caio e o aluno Aldo de 88 anos

Amarrar os sapatos, levantar do sofá com um copo na mão, subir escadas segurando uma bandeja. Parecem atividades simples mas trata-se, na verdade, de malhação.

A sequência de movimentos, feita por alunos que já passaram dos 70 anos, garante não só fortalecimento da musculatura mas independência para eles viverem plenamente a terceira idade.

Um especial para perder o medo de envelhecer

Todos estes “exercícios triviais” podem ser acompanhados por um profissional especializado cada vez mais frequente no mundo da ginástica. É uma espécie de "personal vovô”, uma tendência forte no País afirma o presidente da Fitness Brasil, Waldyr Soares, 72 anos, idealizador e consumidor desta modalidade de mercado crescente.

“A população está envelhecendo e, ao mesmo tempo, o sedentarismo aumenta. Estas duas condições não podem ser combinadas porque viver muito sem qualidade, ao meu ver, não é vantagem”, afirma Soares que foi um típico sedentário até os 45 anos e agora corre três vezes por semana, vai à academia e também tem ajuda de uma personal especializada.

“Ela foca no alongamento comigo. A idade traz limitações dos tendões, isso encurta os movimentos”, diz o presidente da Fitness, entidade que reúne 15 mil academias e mais de 3 mil personais e que na última feira internacional do setor – ocorrida em abril – capacitou 600 profissionais para o tratamento personalizado em alunos mais velhos.

Ascensão

Trabalhar o alongamento, fortalecer musculatura e ampliar as capacidades do pulmão e do coração são os objetivos dos personais trainers especializados em idosos, explica Dudu Rodrigues, que trabalha com este público há 20 anos e agora, satisfeito, diz que outros professores de educação física também estão especializando-se em alunos sexagenários.


“O foco não é a estética, mas também não é a doença. O objetivo é a prevenção de problemas de saúde”, explica Rodrigues.

“Estamos em uma das pontas no trio formado por médico, fisioterapeuta e educador físico do idoso. Só podemos trabalhar com este público se o médico liberar. As informações entre estes especialistas precisam ser trocadas sempre e, assim, o bem-estar da terceira idade é garantido”, diz Dudu, que atua com um grupo de idosos no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e também faz trabalho personalizados para clientes de até 90 anos.

As projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que em 2025 o número de idosos, pela primeira vez, vai superar o de jovens no País. E a população que desde cedo “aprende” a ser sedentária só aumenta as estatísticas após os 55 anos.

Dentro de casa

No infográfico do iG, chamado Raio-X da saúde do brasileiro e feito com base em um estudo populacional do Ministério da Saúde, é possível constatar que entre as pessoas de 18 a 24 anos, 21,1% dos homens e 10% das mulheres são inativos fisicamente, ou seja, não fizeram um único movimento com o corpo nos últimos três meses (como caminhadas, ginástica ou um futebolzinho). Na faixa etária entre 65 anos ou mais, a taxa sobe para 29,1% e 17%, respectivamente.

Para diminuir a incidência da população mais velha e sedentária, o personal especializado em terceira idade, Caio Augusto Siqueira, elaborou uma sequência de atividades que pode ser incorporada à rotina dos idosos. É dele a autoria da “malhação trivial” descrita no início da reportagem.

“O treinamento é elaborado para ser feito dentro de casa, em pequenos apartamentos, com base nos princípios que trazem qualidade de vida para os idosos, sendo eles equilíbrio, flexibilidade e postura”, diz Siqueira que faz o trabalho com três alunos, duas senhoras de 65 e 70 anos e um experiente malhador de 88 anos.
“Tudo precisa ser observado, como é a capacidade visual do idoso, como estão as suas articulações, as dores. Outro aspecto importante é sempre dar retorno sobre a evolução do condicionamento físico não só para o aluno e também aos seus familiares”, explica Caio Augusto Siqueira.


O personal Caio sempre gosta de começar o treino com alongamentos

Você está precisando de um ou sabe de alguém que precisa?
Indique a gente, Via Vital.
Contato anaceamaral@ig.com.br  e, bons exercícios !!