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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Xô Preguiça !

Frio, chuva, cansaço, sono, aquela preguiça… são vários os motivos que podem te fazer querer não levantar da cama ou do sofá para ir treinar. Quem nunca se sentiu assim? Tenho certeza que sabe do que estou falando.
Sempre que estiver se sentindo assim, lembre-se do seguinte:
LEMBRE-SE DOS SEUS OBJETIVOS E METAS

Lembre-se dos tempos que você gostaria de fazer, do lugar que deseja alcançar no seu principal campeonato, na sua meta de perda de peso ou ganho de preparo físico. Seja qual for o seu motivo de estar nadando, não o traia simplesmente porque as circunstâncias estão indo contra naquele dia. Um dia de treino perdido faz mais diferença do que você imagina. Quanto mais fiel e comprometido você for com seus objetivos, maiores as chances de alcançá-los.

SEUS ADVERSÁRIOS ESTÃO TREINANDO

Ele também tem objetivos e também quer ganhar, então, perder um treino significa já sair atrás. Você quer ficar em desvantagem já na sua preparação?
Pense comigo: se você for treinar e ele também, não será a falta de treino que irá decidir o vencedor. Se você não treinar e ele sim, você está em desvantagem. Se você for e ele não, a vantagem é sua. Então para que arriscar, sendo que você só tem a ganhar indo para o treino?
A forma como você executa o que foi planejado, como vive seu dia a dia e lida com as adversidades é que te farão evoluir. O percurso é tão, ou mais, importante do que a linha de chegada.

SE NÃO QUISER IR TREINAR POR VOCÊ, VÁ PELA SUA EQUIPE

Seus companheiros de time não tem nada haver com o fato de você não querer ir treinar. Pense neles e nos objetivos da sua equipe para a temporada. Coloque isso como motivador, não seja egoísta.

 Toda equipe perde quando seus membros começam a faltar.



Ir treinar quando você está bem humorado, descansado e motivado é fácil. Difícil é sair de casa quando tudo parece estar contra você. Mas entenda que são as pequenas vitórias nos dias difíceis que você cresce como atleta e como pessoa. Todos nós teremos os nossos dias inglórios, mas a forma de lidar com eles é que te fará ser melhor a cada dia.
E acredite, vai valer a pena no final. Conquistar seu objetivo é sempre muito gratificante. E não existe sensação pior do que olhar para trás e achar que poderia ter feito mais e melhor. Aquele “e se eu tivesse feito todos os treinos?”, “e se eu tivesse me dedicado mais?”.

 Faça as coisas de um jeito onde não existam “e se”s.

Por :Raia Oito

sábado, 10 de junho de 2017

NADAR NO MAR TEM UM EFEITO SOBRE SUA SAÚDE E BEM- ESTAR



Você pode concordar prontamente que a praia tem um efeito calmante, mas também sabe que estar na praia pode ter um enorme efeito sobre a sua saúde e bem-estar, e pode mesmo mudar seu cérebro.
Vamos dar uma olhada em alguns dos benefícios cientificamente apoiados que a praia pode oferecer.
Lora Fleming, da Universidade de Exeter na Inglaterra, diz que a ideia de que a praia ajuda a nossa saúde está bem estabelecida. Os médicos do século XVIII costumavam prescrever viagens para o oceano para visitar “hospitais de banho”. Hospitais de banho eram clínicas especialmente projetadas que ofereciam tratamentos banho de água salgada.
Fleming observa, no entanto, que os cientistas só começaram a olhar para os benefícios de saúde do oceano experimentalmente nos últimos tempos.

1. O córtex pré-frontal do seu cérebro é ativado
O córtex pré-frontal, uma área do cérebro associada com a emoção e autorreflexão (bem como outras funções) é ativado quando os sons do oceano são reproduzidos. Isso foi provado através de pesquisas de cientistas com participantes de estudos que foram expostos a sons e ruídos do oceano.

2. As ondas dos oceanos geram íons negativos
A sensação de paz que temos na praia pode ser um resultado de alterações moleculares em nossos corpos. As ondas do oceano produzem íons negativos. Íons negativos aceleram a capacidade do nosso corpo de absorver oxigênio. Eles também equilibram os níveis de serotonina; uma substância química produzida pelo organismo que está relacionada com o humor e o stress. Esta é uma das razões pelas quais estar na praia foi ligada, por cientistas, à energia mental positiva e uma sensação geral de saúde e bem-estar. Pode até fazer-nos dormir melhor.

3. Os níveis de seu hormônio do estresse, cortisol, diminuem
A razão pela qual as praias têm um efeito tão calmante sobre nós pode ser por causa do som das ondas. Os sons mais relaxantes e agradáveis de ouvir são aqueles que têm padrões de ondas previsíveis. O som também deve ser suave em volumes e frequências harmônicas em intervalos regulares. As ondas do oceano são dessa forma. Regulares e suaves de ouvir. O som do mar pode ter um efeito ainda mais profundo no emocional, de acordo com a neurocientista Shelley Batts. O ruído do oceano provavelmente desencadeia memórias profundas ou sensações de relaxamento e segurança. Algumas pessoas podem até dizer que recordam o útero e os batimentos cardíacos de sua mãe. Há um hormônio do estresse chamado cortisol. Alguns ruídos, tais como tráfego e o ruído de avião pode acioná-lo. Quando esse hormônio é liberado, problemas de saúde, tais como úlceras e doenças cardíacas podem ocorrer. O barulho calmante do oceano trabalha para diminuir os níveis de cortisol. Desta forma, o oceano pode ter um efeito positivo sobre nossa saúde em geral e evitar potenciais problemas de saúde.

4. A superfície plana do oceano te acalma
A superfície plana do oceano pode também dar-nos uma sensação de segurança.O neurocientista Michael Merzenich diz que os seres humanos se sentem seguros quando estão em lugares que não são complexos. Na floresta, seres humanos precisam fugir de animais predadores; nas cidades, há bandidos e vilões com os quais devemos tomar cuidado; no entanto, na praia podemos enxergar milhas, e isso nos dá paz de espírito.
“Somos construídos, neurologicamente, para normalizar o nosso ambiente e controla-lo.”, diz Merzenich. “Quando olhamos para o mar, ou estamos ao longo da costa, nós estamos em um ambiente previsível e estável.”

(Fonte: lifehack.org) Sonia Cerqueira
http://www.fasdapsicanalise.com.br/ciencia-explica-como-praia-pode-mudar-nosso-cerebro-e-saude-mental/

Por Fãs da Psicanálise -

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Qual a melhor atividade física para você?


Não se pode ter uma boa qualidade de vida sem uma atividade física regular. Qualquer atividade é boa: andar, pedalar, nadar, frequentar academia, dançar. Mas como escolher a que melhor se encaixa no nosso perfil? É muito comum nos matricularmos numa academia cheias de disposição para abandonarmos a malhação um mês depois. Talvez tenhamos apenas escolhido o jeito errado de se mexer.

Atividade física tem que ser prazerosa e não uma fonte de desconforto ou estresse. Caso contrário, você não terá vontade de continuar. E só a continuidade trará resultados. Além de músculos mais definidos, que é o que a maioria almeja, a respiração melhora, se dorme melhor e até a alimentação se torna mais balanceada como consequência da prática da atividade escolhida.

Procure experimentar uma modalidade de esporte ou ginástica antes de se decidir. Muitas academias oferecem aulas inaugurais gratuitas como forma de conhecimento. Leia tudo o que puder sobre a atividade escolhida e procure conversar com pessoas que já a praticam. Isso lhe trará estimulo e segurança para se manter em atividade.

Por Yasmin Barcellos

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

EXIGÊNCIAS DA VIDA MODERNA



Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.
E uma banana pelo potássio..
E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir o diabetes.
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.

E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe
bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam na digestão).
Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.
Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que, se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver
um derrame, nem vai perceber.
Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente
para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cinquenta vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.
E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.
Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da
laranja, das seis refeições e, enquanto tiver dentes, passar fio dental,
massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.
Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um
equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai
passar ali várias horas por dia.
Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais
as cinco comendo são vinte e uma.
Sobram três, desde que você não pegue trânsito.
As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia.
Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).
E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser
regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando.
Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.
Ah! E o sexo.
Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser
criativo, inovador para renovar a sedução. Isso leva tempo e nem estou
falando de sexo tântrico.
Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e
espero que você não tenha um bichinho de estimação.
Na minha conta, já são 29 horas por dia.
A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!!
Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes.
Chame os amigos e seus pais.
Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher.
Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e, se
sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio.
Agora tenho que ir.
É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao
banheiro.
E já que vou, levo um jornal.
Tchau....
Se sobrar um tempinho aí, me manda um e-mail.

Autor: Luís Fernando Veríssimo

segunda-feira, 19 de março de 2012

Banho após o Exercício Físico



A prática de exercício físico requer uma grande quantidade de energia empregada o que  consequentemente produz suor.

Qual é o melhor tipo de banho após os exercícios?

O ideal é sempre o banho morno que pode ser seguido por uma rápida ducha fria o que produz um aspecto mais corado à pele.
O banho exclusivamente frio ou gelado é excitante muscular e portanto inconveniente nesse momento em que se visa um relaxamento da musculatura.
 Além disso, o banho não deve ser tomado imediatamente após a atividade.
 Deve-se aguardar pelo menos de dez a quinze minutos para que o metabolismo caia a níveis mais baixos e o processo da sudorese termine de vez.
Sem isso, o suor continua sendo produzido depois do banho, comprometendo a higiene da pele.

Por Dr.Osmar de Oliveira

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Como usar o gelo nas lesões músculo-esqueléticas

A crioterapia (terapia do gelo ou utilização do gelo nas lesões) é muito utilizada nas afecções traumáticas, principalmente nas lesões músculo-esqueléticas. Ela pode ser chamada de uma modalidade terapêutica, já que é muito utilizada nas reabilitações e na MEDICINA ESPORTIVA.

A “terapia com gelo” tem como objetivo reduzir a dor, o espasmo muscular, fluxo sanguíneo local e regional, diminuir o metabolismo, causar uma hipóxia secundária, diminuir o processo inflamatório, reduzir edema, entre outros. A utilização do gelo nas lesões é muito antiga, dizem que antes de Cristo, o gelo já era utilizado para “analgesia”.

Mas o que significa crioterapia? Literalmente significa “terapia com frio”, isto é, aplicação terapêutica de qualquer substância do corpo, que remova o calor corporal para diminuir a temperatura dos tecidos. Sendo assim, todas as técnicas que se utiliza frio como massagem com gelo, crioalongamento, colocação de gelo nas lesões traumáticas e atraumáticas, são chamadas de crioterapia.
Se o gelo for utilizado de forma incorreta, sem conhecimento de seus fenômenos neuro-fisiológicos, musculares e vasculares, poderá ter conseqüências indesejáveis em seu tratamento.

» Utilização do calor e do frio


Utilização do calor:

· Alivia a dor
· Aumenta a flexibilidade dos tecidos músculo-tendíneos
· Diminui a rigidez das articulações
· Melhora o espasmo muscular
· Melhora a circulação

A aplicação do calor promove alteração das propriedades físicas dos tecidos que compõem os tendões, cápsulas articulares e cicatrizes, melhorando suas respostas ao alongamento. Pode ser usado para um relaxamento muscular, por exemplo, em tensões, rigidez muscular.
Contra-indicação: Não aquecer regiões do corpo que estiverem anestesiadas, edemaciadas, inflamadas, feridas com sangramento, em áreas onde haja tumores, sobre os testículos, sobre o abdome de gestantes ou em áreas do corpo de pessoas inconscientes.

Utilização do gelo “crioterapia”:

· Diminui o espasmo muscular
· Alivia a dor
· Nos traumatismos (entorses, contusões, distensões musculares,
etc.), previne o edema e diminui as reações inflamatórias
· A quantidade de aplicação depende da lesão e o grau da mesma

Obs.: Há vários tipos de distúrbios onde o calor e o frio produzem efeitos semelhantes. O espasmo muscular que acompanha a hérnia de disco, lombalgias, cervicalgias, e problemas articulares podem ser reduzida por esses dois processos, tanto com calor quanto com o gelo.

Por: Dr Osmar de oliveira

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Natação, é possível aprender esse esporte depois dos 40 ??

Após os 40 aumentam as dificuldades de um indivíduo desenvolver atividades físicas. Isso devido ao declino natural da capacidade aeróbica, da força e da flexibilidade. Além das dificuldades ligadas à parte física, encontram-se às psicológicas como o medo e as inseguranças. Justamente por essas barreiras psicológicas, a natação, considerada uma das atividades físicas mais completas, é uma das mais complicadas de se aprender a partir dessa faixa etária. O que não deve ser impedimento para não tentar.

Os benefícios que a natação podem proporcionar as pessoas com mais de
40 são inúmeros. Além de combater o stress, muito comum nesta faixa de idade, em se que lida com muitas responsabilidades no trabalho e na família; a natação ajuda a combater hipertensão arterial, obesidade, diabetes, arteriosclerose, osteoporose, redução das funções cardiovascular, pulmonar e renal e lentidão cognitiva e motora.

Desenvolver novas habilidades motoras nesta fase da vida aumenta o número de neurônios centrais e periféricos e o número de comunicação entre os neurônios. Para a pessoa madura e o idoso isso é benéfico, pois aumenta sua capacidade cognitiva e motora.

Quem tem medo ou vergonha deve escolher um professor sensível, que transmita segurança e leve em consideração as sensações e emoções que influenciam no processo de iniciação ao aprendizado nesta faixa etária. Isso permite que certas dificuldades possam ser facilmente vencidas, possibilitando ao mesmo uma melhor adaptação ao meio aquático, de forma a adquirir, assim, a confiança e o prazer de entrar em contato com a água.

Por: Bem Estar.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Livre-se da cãibra ...

A cãibra consiste em uma contração muscular involuntária que pode ser tanto rápida e pontual como lenta e de intensidade variada.
Na prática, pode acontecer com qualquer um e em qualquer tipo de treino, principalmente porque, em muitos casos, não é o treino que leva o organismo a ter cãibras, mas, sim, o estado nutricional do esportista.
As cãibras estão muito ligadas a um desequilíbrio físico do indivíduo acompanhado por uma carga de treinamento físico suficiente para gerar o déficit de algum micronutriente ou um descontrole no envio da mensagem nervosa ao músculo para gerar a contração.
Existem várias justificativas que podem desencadear uma cãibra. As mais comuns são:
Ø  Déficit de micronutrientes (sódio, potássio, cálcio);
Ø  Desidratação;
Ø  Algum problema de comunicação sináptica (entre as células do sistema nervoso);
Ø  Tendência genética;
Ø  Estresse.
E quando isso acontece? No caso de algum músculo entrar em estado de cãibra, o mais recomendável é realizar alongamentos leves e contínuos no local até recuperá-lo momentaneamente. Logo depois, realize hidratação e reposição com isotônico, água de coco ou soro.
Se você convive com cãibras com certa regularidade, procure um médico ou um nutricionista para ajustar sua dieta e pense se o seu estilo de vida está sendo bem direcionado.

por: Professor Zeca (José Carlos Fernando)

domingo, 31 de julho de 2011

Inchaço Abdominal

Inchaço abdominal: mesmo sendo comum entre as mulheres é sem dúvida um predisposição física que facilita a ocorrência, algumas - escolhidas - escapam, outras não.
Tanto é que para algumas é um problema estranho e desconhecido, para outras um incomodo constante que parece uma gravidez de 5 semanas, devida na realidade a uma pizza 4 estações ingerida na noite anterior.

Para tentar reduzir este anti-estético e desconfortável fenômeno (além do evidente efeito melancia);

DICAS:

- comer sempre com calma, sentada e mastigar muito (evitar almoços com pressa em um bar ou no trabalho).

- atenção ao estado de conservação dos alimentos e às intolerâncias alimentares que podem causar colite e, em seguida, inchaço (pizza e alimentos levitados em primeiro lugar, dão uma sensação de inchaço e se no meio existe uma intolerância alimentar tudo piora). Muito importante é seguir uma dieta a base de alimentos facilmente digeríveis, por exemplo, arroz e macarrão com molhos leves.

- evitar alcoólicos, fumo, permanecer muitas horas sentada e controlar o estresse.

O inchaço abdominal pode ser causado por retenção hídrica, tomar um chá de urtiga durante o dia e água pobre em sódio, mas rica de magnésio e potássio facilita a diurese, ou seja, a perda de líquidos.

Além disso, para agir no físico é aconselhável praticar uma regular atividade física para tonificar a musculatura abdominal treinando também o diafragma, efetuando uma respiração correta e regular.

Adriana Rossi- Portal da Atividade Física

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Mexa-se para evitar o estresse

Atividades físicas ajudam a combater o mal que se tornou comum na vida de todos

As pressões e os desafios no trabalho, o trânsito cada vez pior, a violência urbana, problemas em família, falta de dinheiro são questões cada vez mais comuns e presentes na vida de todos nós.

Tudo isso, aliado a uma falta de consciência da necessidade de se criar hábitos saudáveis, como se alimentar bem, dormir o suficiente e praticar atividades físicas contribuem para que o estresse afete um número cada vez maior de pessoas.

Em um nível elevado, o estresse produz efeitos nocivos na vida emocional e profissional do ser humano. Diversas pesquisas indicam que, quando excessivo, o estresse pode levar a dificuldade de concentração, cansaço mental, indiferença emocional, agressividade, incapacidade de relaxar, perda de memória imediata e apatia. Pode também prejudicar a criatividade e a produtividade, provocar crises de ansiedade, depressão, diminuição da libido e problemas orgânicos, afetando o sistema imunológico e prejudicando o bom funcionamento das defesas do corpo.

Diversos estudos científicos comprovam os benefícios para o organismo proporcionados pela prática regular de atividade física e que ela ajuda a combater o estresse. A concentração necessária para a prática do exercício ajudam as pessoas que o praticam a se desligarem por algum tempo das preocupações e angústias. O ato de se exercitar produz ainda uma série de benefícios psicofisiológicos por meio da liberação de certos hormônios produzidos pelo organismo. A adrenalina (epinefrina) age na redução do estresse, o cortisol atua como anti-inflamatório, o glucagon aumenta a quantidade de glicose no fígado, o GH (hormônio do crescimento) transmite bem-estar e a endorfina produz a sensação de prazer e melhora a qualidade do sono. Por isso não fique parado.

Os exercícios, além de fazerem bem ao corpo, também fazem bem para a mente. Diminuem a ansiedade e a depressão, melhoram o humor, aumentam a sensação de bem-estar e elevam a autoestima.

O que você está esperando para começar a se mexer?

Por Yasmin Barcellos

sábado, 19 de março de 2011

Saiba o que ocasiona a dor depois dos exercícios

Ela é inevitável para os iniciantes e é considerada normal até certo ponto
 
A dor muscular causada depois da prática de atividade física é inevitável para os iniciantes e até mesmo para os atletas. Porém, é preciso saber quando ela é considerada normal ou pode estar prejudicando a saúde.

Durante a prática de atividade física, ocorrem microrrupturas nos grupamentos musculares. Como processo de defesa do organismo ocorre também o acúmulo de ácido láctico, levando a um processo inflamatório. Com o tempo, o corpo se acostuma ao treino e as dores vão parar desurgir.

O segredo para não sacrificar o grupamento muscular dolorido é variar o treino. Se treinou e sentiu dor, o importante é fazer uma atividade com menor intensidade no dia seguinte. Para amenizar a dor, compressas de gelo ajudam a diminuir a inflamação dos músculos. O recomendado é uma compressa duas vezes por dia durante 10 minutos.

Por Carolina Abranches


 

sábado, 5 de março de 2011

Cigarro e bebida agem como traiçoeiros da boa forma

“Dobradinha” diminui capacidade respiratória, prejudica órgãos importantes e engorda
Camila Neumam, do R7
Getty ImagesGetty Images
 

Se você prometeu parar de fumar, maneirar na bebida e começar uma atividade física ainda em 2011, vale seguir essa ordem para conseguir bons resultados. O tabagismo, aliado ao hábito de beber, mesmo que de vez em quando, tem potencial para destruir horas e horas de malhação, de acordo com especialistas.
Segundo o pneumologista Walter Fuentes, do Hospital Leforte, em São Paulo, o tabagismo, por si só, compromete a capacidade respiratória, função essencial para quem precisa se exercitar.

Por que o cigarro atrapalha?

Isso acontece porque o cigarro causa inflamação nos brônquios, que provocam formação de muco nos pulmões, dando origem à bronquite. Essa inflamação leva à perda da capacidade pulmonar, comprometendo o desempenho na hora de praticar o exercício.

Para Fuentes, atividade física e tabagismo são atividades incompatíveis.


- Pode levar tempo para ter tosse, chiado, pois depende da idade e da atividade. Mas depois de um tempo a pessoa que faz atividade física acaba desenvolvendo um cansaço um pouco maior, mesmo que não tenha falta de ar.
A própria fumaça do cigarro é maléfica à respiração, já que incomoda e irrita o nariz e a laringe do fumante, completa Fuentes.
O tabagismo causa ainda a contração dos vasos sanguíneos, diminuindo a irrigação de sangue, e aumenta o risco de doenças do coração, como infarto.

- O cigarro causa alteração nos vasos, que têm irrigação própria, um dos riscos de doença coronariana. Dependendo da idade, demora até que haja
dano, mas, se eventualmente fizer uma checagem, é possível ver alterações mesmo em uma pessoa saudável.

Álcool também é vilão

O uso do álcool junto ao cigarro tende a piorar ainda mais o desempenho durante a prática, porque impede de vir à tona os benefícios trazidos pela atividade física, afirma o fisiologista Paulo Roberto Correia, do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Naturalmente o corpo fica mais saudável ao fazer exercícios, pois tende a melhorar a função dos rins, do pulmão e do coração. Mas para que isso, de fato, aconteça, o organismo depende da integridade desses órgãos.
-Nesta situação o organismo está brigando para se desintoxicar. Mas quando a pessoa bebe, ela não consegue ter um bom desempenho e, quando fuma, faz com que não renda tanto.
Um exemplo é a corrida, uma das atividades mais prejudicadas. Segundo Correia, ela depende de muita energia e muito fôlego, funções sabotadas pela “dobradinha”, já que o álcool tende a danificar o fígado, considerado o “combustível de glicose do corpo” enquanto o fumo diminui a capacidade respiratória.
- Quando a pessoa fuma, imediatamente ela tem um prejuízo no consumo de oxigênio.

Sabotagem da caloria.

Vale refletir também sobre potencial calórico do álcool. Enquanto você sua litros na esteira para perder 100 calorias, ao beber apenas uma latinha de cerveja você ingere, em média, 150, afirma o endocrinologista e nutrólogo João César Castro Soares, da Unifesp, e autor do livro Dieta Associada.
- Uma taça de vinho tem umas 70 calorias, o que equivale a uma maçã ou uma barrinha de cereal. Mas uma lata de cerveja tem até 160 calorias, porque apesar de amarga, tem o açúcar da maltose.
O uso frequente da bebida alcoólica ainda tem o agravante de acumular radicais livres no organismo, responsáveis pelo surgimento de rugas.
- Tanto o álcool quanto o cigarro aumentam a oxidação do organismo, que estão envolvidos com o desempenho metabólico da pessoa, podendo atrapalhar o desempenho físico a curto e longo prazo.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Como perder peso de forma inteligente

 

Nutricionista ensina sistema prático de objetivos para quem quer iniciar um regime

The New York Times
  •  

Foto: Getty Images Ampliar
Dieta: traçar metas específicas e factíveis ajuda a manter uma alimentação regrada
A essa altura, as resoluções do Ano Novo já devem estar quase apagadas da memória – o que faz dessa uma boa hora para repensá-las, principalmente para quem tomou a decisão de emagrecer.

A nutricionista Brittany Glassett, do Porter Adventist Hospital de Denver (EUA), sugere estabelecer objetivos por meio de um sistema que ele define como SMART – sigla que, em inglês, significa: específico, mensurável, atingível, realista e oportuno (specific, measurable, attainable, realistic and timely).
No quesito especificidade, por exemplo, não planeje simplesmente alimentar-se melhor. Trace uma meta específica, como reduzir a ingestão de fast food a três vezes ao mês, por exemplo.

Anote seus objetivos e concentre-se em um ou dois de cada vez para evitar o esgotamento. Continue seguindo estes objetivos até alcançá-los, lembrando-se que uma mudança de hábito leva cerca de três semanas.

Glassett também sugere pensar em miniobjetivos. Em vez de dizer que irá perder 25 quilos de uma vez, considere perder 2,5 quilos nas próximas quatro semanas. Peça o apoio de amigos e familiares: compartilhe com eles seus objetivos, aceitando ser relembrado sobre os mesmos por eles.
Glassett também criou uma lista de seis pequenas mudanças que, segunda ela, fazem uma grande diferença:

- Consuma mais grãos integrais, que contêm fibras benéficas para o coração – além de vitaminas e minerais. As fibras ajudam a controlar a fome entre as refeições

- Adicione frutas e verduras que dão cor às refeições. Experimente colocar três cores vivas no prato
- Não pule refeições e, em vez de fazer poucas refeições mais pesadas, faça pequenas refeições a cada três ou quatro horas

- Reduza o consumo de refrigerantes, sucos e bebidas à base de café muito calóricas, que costumam conter muitas calorias vazias

- Substitua o óleo vegetal por óleo de canola ou azeite de oliva, melhores opções para o coração.

- Mantenha um diário sobre sua alimentação, mesmo que seja por apenas alguns dias da semana
Estudos mostram que as pessoas que fazem um acompanhamento por escrito da alimentação têm mais sucesso na perda e manutenção de peso.

Ai, deu cãibra


  • Quem já teve cãibra sabe como dói. O músculo repuxa e parece que vai arrebentar. Mas ninguém precisa passar por essa chateação. Saiba o que fazer para sua batata da perna não assar.

por GIULIANO AGMONT |

Súbita e sorrateira, ela surge quando menos se espera. Na calada da noite, embaixo dos lençóis. No domingo ensolarado, dentro da piscina do clube. Ou no futebol de terça, depois daquele pique pela direita. Quem já teve sabe... É uma dor paralisante, que pode durar de alguns segundos a vários minutos. Basta uma leve flexão do pé para baixo e... ai! A batata da perna contrai-se parecendo dar um nó. Eis a cãibra se manifestando, para desespero de suas vítimas. Mas o que provoca essa dor súbita? O que fazer para preveni-la? E como se comportar quando ela aparece?

Os especialistas ainda discutem as causas dessa contração muscular violenta e involuntária. O que existe são algumas pistas importantes para entendê-la. A cãibra geralmente se manifesta na prática de uma atividade física, sobretudo se o esportista estiver, digamos, pouco condicionado — ou mal alimentado. Sim, quando os músculos carecem de condições adequadas para realizar um esforço diferente do habitual, é espasmo na certa. “Quem exagera no tempo ou na intensidade do exercício pode sofrer cãibras por falta de vitaminas e sais minerais, o que leva à fadiga muscular”, explica o educador físico Renato Dutra, supervisor técnico da Run & Fun Assessoria Esportiva, em São Paulo.

A escassez de oxigênio na circulação também contribui para esse cansaço extremo dos músculos. Quem um dia precisou ser socorrido devido a uma baita repuxada da musculatura já deve ter ouvido falar sobre um tal de ácido lático sem saber que substância é essa. A gente explica: trata-se de uma espécie de lixo orgânico que se acumula nos tecidos musculares quando as células usam a glicose para obter energia. Isso permite ao músculo continuar o esforço sem necessidade de recorrer ao oxigênio proveniente dos pulmões. Mas o excesso de ácido lático deflagra encrencas. “É como se a musculatura ficasse sem ar e com menos espaço para se mover. E isso gera fadiga”, ilustra o fisioterapeuta Robert Velentzas, de São Paulo. “Por isso a respiração correta é tão importante durante o exercício.”

O suor da atividade física é mais um fator que ajuda no desencadeamento de cãibras. “A perda excessiva de sódio pode levar à contração muscular”, diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros, da Universidade Federal de São Paulo. Mas o excesso de exercício, sozinho, não é suficiente para explicar o aparecimento dessas contrações famigeradas. No meio esportivo, os especialistas sabem que o xis da questão pode estar no que se bebe — na verdade, no que não se bebe. “A desidratação é decisiva para a ocorrência do problema”, informa Barros.

E quanto às cãibras noturnas? Segundo o ortopedista Moisés Cohen, chefe do Centro de Traumatologia do Esporte da Unifesp, quem faz muito esforço físico durante o dia pode ter contrações à noite. E quem não faz também — mas, nesse caso, a falta de sódio é o fator crucial. “O suor e a urina em excesso podem provocar a perda desse mineral e de outros elementos. E o organismo utiliza o sódio do músculo quando está sem reservas energéticas”, explica Cohen. “Isso gera uma resposta nervosa que leva a um estresse mecânico e às contrações involuntárias.” Ou seja... cãibras!

Moisés Cohen acrescenta que diabete, problemas neurológicos e lesões vasculares podem estar por trás de um simples espasmo muscular. “São doenças capazes de favorecer o problema”, informa o especialista. “A insuficiência renal e a hemodiálise também contribuem para a redução da concentração de sódio no sangue e muitas vezes levam a problemas musculares, assim como a carência de outros minerais, como cálcio, magnésio e potássio.” O preparador físico Renato Dutra chama a atenção ainda para a síndrome das pernas inquietas, caracterizada por uma vontade incontrolável de mexer as pernas, principalmente durante o sono — e isso também pode disparar cãibras.

Não existe um tratamento específico para essas contrações. O melhor a fazer é se condicionar antes de partir para atividades físicas mais exigentes, comer e beber o suficiente para suportar a carga extra do exercício e procurar respirar profunda e coordenadamente durante os treinos. Quem sua mais de uma hora por dia também precisa repor nutrientes. Nessa situação, valem géis de carboidrato e líquidos isotônicos, além de água. “A pessoa que se prepara para a atividade física suporta melhor o esforço e retarda o surgimento de cãibra”, resume o educador físico Renato Dutra. Ou melhor: evita esse suplício e malha em paz.



O que acontece com o músculo quando ocorre a cãibra

1. A contração muscular faz parte da mecânica natural do corpo. E quem comanda tudo é o cérebro. A chamada placa motora, que fica entre o nervo e o músculo, dispara uma carga elétrica capaz de alterar o equilíbrio entre o potássio, dentro da fibra muscular, e o sódio, que fica fora dela. Essa é uma contração normal.

2. Uma das causas da cãibra é uma alimentação pobre em fontes de sódio e potássio. Nesse caso, há um desequilíbrio nos teores dos minerais e, assim, o sódio entra na fibra e o potássio sai dela. A consequência dessa troca de posições é que o músculo se contrai involuntariamente, bloqueando o relaxamento da região. É o momento da dor extrema.

3. A fadiga muscular também financia a cãibra. Ela obriga o organismo a esgotar suas reservas de energia até buscar suprimento de oxigênio com urgência. Esse processo libera grande quantidade de ácido lático, que penetra na placa motora e dificulta sua ação, criando uma situação ideal aos espasmos.




A cãibra clássica acontece na batata da perna, ou panturrilha. É um grupo muscular muito exigido durante corridas, caminhadas e exercícios na água. Quem sobe escada ou fica dando pulinhos na piscina também força bastante essa região. No entanto, há outros músculos que podem ser acometidos pelos espasmos involuntários. “Além da panturrilha, só vi cãibras no abdômen”, relata Renato Dutra. “Mas elas também podem atingir coxa, pés, mãos e até pescoço”, informa o ortopedista Moisés Cohen, da Unifesp. Esses casos, porém, são raros.



O tenista brasileiro Gustavo Kuerten, o Guga, gostava de comer banana nas quadras mundo afora nos anos 1990. Dizia que era para afastar cãibras. Muita gente acredita que a fruta, rica em potássio, evita as contrações musculares involuntárias. Ledo engano. “É mito achar que só a ingestão de bananas vai preveni-las. Na verdade, a reposição do sódio que se perde no suor é mais importante do que a do potássio, que dificilmente fica em níveis muito baixos”, explica o educador físico Renato Dutra. O fisiologista Turíbio Leite de Barros acrescenta: “Sob esse aspecto, a laranja, que é rica em sódio, seria mais eficaz do que a banana para prevenir cãibras”.



Você já deve ter visto a cena em uma partida de futebol: o jogador faz alongamento no companheiro com cãibra. Pois saiba que esse procedimento pode provocar lesões mais sérias do que a contração. Na hora da dor, a tática mais certeira é respirar fundo, relaxar e massagear gentilmente o músculo repuxado, com movimentos sempre circulares. “Conforme a sensação dolorosa for cedendo, aí, sim, já dá para descontrair a musculatura com movimentos leves, sem forçar, no sentido inverso ao da contração, sem deixar de respirar e massagear em círculos”, orienta o educador físico Renato Dutra.


Não adianta alongar. O negócio é comer e beber bem. E, claro, se condicionar sempre

ALIMENTAÇÃO BALANCEADA
Coma muita fruta, verdura e legumes, que são fontes de sais minerais e vitaminas. Esses nutrientes vão ajudar o bom funcionamento do músculo na hora do esforço, além de garantir reservas de energia.

ÁGUA E ISOTÔNICOS
A hidratação prepara o corpo para a atividade física. Por isso beba bastante água. Para quem faz muito exercício, é preciso repor principalmente sódio e potássio, daí a importância das bebidas esportivas durante o treino.

CONDICIONAMENTO FÍSICO
Para aguentar o tranco, o músculo tem de estar preparado. Mas isso não ocorre do dia para a noite. É preciso acostumá-lo ao exercício durante semanas, meses… Só assim ele vai se adaptar gradualmente a um regime de força e resistência.
 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Controle a respiração e viva melhor

Você sabia que ao dominar a respiração podemos eliminar até 80% das toxinas do organismo?
Respirar fundo. Quantas vezes, conscientemente ou em um ato involuntário, você fez isso ao se deparar com uma situação difícil? A lufada vigorosa de ar – acredite! – faz maravilhas pelo funcionamento do seu corpo e pode até deixar seu pensamento mais ágil. As vantagens que a respiração correta pode trazer vão desde a redução do estresse à melhoria da capacidade de concentração, sem falar em mais vitalidade para desempenhar atividades do dia a dia. Quando oxigenamos o corpo, ganhamos uma dose extra de energia

“A respiração está diretamente ligada às emoções. Controlando a respiração, você controla as emoções. Controlando as emoções, você controla seus atos”, explica a professora de ioga Tereza Freire, de São Paulo. Ela afirma que se usada de forma apropriada, a respiração ajuda, inclusive, a enfrentar o medo. “Você passa a agir por discernimento, e não apenas por reação. Quando estamos nervosos ou sentimos medo, nossa respiração imediatamente fica curta. Se aprendermos a parar e respirar, tudo muda e o medo vai embora”, garante.

Pesquisas mostram que a respiração tem efeito terapêutico contra dor, doenças cardíacas, depressão, ansiedade e outras complicações decorrentes do estresse
Respirar corretamente também ajuda a eliminar até 80% das toxinas do organismo, destaca Luciana Macetti, coordenadora da Fundação Arte de Viver, uma ONG internacional com sede na Índia que se dedica a ensinar técnicas de respiração em mais de 150 países. “A maioria das pessoas, no entanto, só usa 30% da capacidad e de respiração, perdendo energia e acumulando substâncias nocivas ao organismo", completa. A entidade tem filiais em 10 estados brasileiros e oferece cursos mensais para crianças, jovens e adultos. E sempre com turmas lotadas!

Os benefícios da respiração já foram reconhecidos em diversos trabalhos acadêmicos. Estudos publicados em periódicos científicos, como o norte-americano Physical Therapy, e a Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, concluíram que a respiração profunda (na qual se inspira e expira grande quantidade de ar) ajuda a evitar complicações após cirurgias no pulmão. Uma compilação de 20 pesquisas, feita por especialistas alemães para o Journal of Psychosomatic Research, mostrou que, quando associada a técnicas de meditação, a respiração tem efeito terapêutico contra dor, doenças cardíacas, depressão, ansiedade e outras complicações decorrentes do estresse.

Erro comum

Respirar pela boca é um dos erros mais comuns que cometemos e que, na maioria das vezes, tem início na infância. O ar deixa de ser aquecido e purificado – processo que ocorre nas narinas – e, como consequência, aumenta a chance de os pulmões receberem substâncias tóxicas, como poluição e micróbios. E ainda favorece a formação de olheiras arroxeadas – sinal de que há excesso de gás carbônico no rosto. Você já notou que algumas pessoas que sofrem com asma ou sinusite têm a região sob os olhos mais escurecida? Não é coincidência que elas também sejam mais ansiosas: o ritmo com que o ar entra e sai do corpo está diretamente relacionado à forma como encaramos as diversas situações do cotidiano. A ansiedade deixa a respiração rápida e curta. Por outro lado, quem vive em um estado mais "zen" respira com lentidão, enchendo bem os pulmões.
“Um comportamento não é melhor que o outro, mas é preciso ter consciência dessa relação e fazer uso dela quando necessário”, destaca a terapeuta corporal Miriam Leiner, de São Paulo. “Daí a importância da respiração lenta e pausada para se acalmar em um momento de desespero”. Quando o cérebro se aquieta, uma decisão mais ponderada pode ser tomada.

Técnicas simples ajudam a melhorar a respiração e podem ser feitas em casa ou no trabalho

Conheça algumas técnicas de respiração

Em casa

Perceba a sua respiração: deite-se no chão, na cama ou em um colchonete confortável. Feche os olhos suavemente, sem provocar tensão. Com calma, faça dez respirações profundas. Comece devagar e, aos poucos, avance no exercício, tentando puxar e soltar o ar cada vez mais lentamente.
Identifique o ritmo natural da sua respiração: tente não interferir no seu ritmo, apenas observe. Coloque, suavemente, as mãos sobre o abdômen e repare se há
movimento nessa região quando você respira.Na frente do espelho é ainda mais fácil perceber se tórax e abdômen estão reagindo ou se o ar chega somente à parte mais alta do peito.
Quem está habituado à respiração curta deve treinar, diariamente, a respiração abdominal. Basta respirar fundo pelo nariz e soltar pela boca, bem devagar e prestando atenção nas reações do corpo. No começo, é comum sentir um pouco de tontura – efeito da hiperventilação no cérebro. Não se assuste e prossiga com o treino.
Concentre-se somente na sua respiração: sentado de maneira confortável, com a coluna reta e as pernas cruzadas, feche os olhos e respire lentamente. Cada vez que a mente divagar, concentre-se no som da sua respiração e nos ruídos que o ar provoca a cada etapa percorrida através do corpo. “Inspire energia divina, luz, saúde e paz. E exale o que não serve mais: condicionamentos, mágoas, estresse... Tudo
aquilo que impede o seu crescimento e que deve ser eliminado do organismo e da mente”, recomenda Tereza Freire.

No trabalho

– Fique sentado em posição confortável, com as costas bem retas, para facilitar a entrada e a saída do ar.
– Quando for realizar uma tarefa que exija concentração, faça inspirações profundas e conscientes.
– Quando estiver agitado, ansioso e estressado, concentre-se na expiração. Inspire contando até quatro e expire no dobro de tempo (contando até oito). Repita isso de três a cinco vezes.

Fonte: Vital Saúde

É possível aprender NADAR depois dos 40?

 
Após os 40 aumentam as dificuldades de um indivíduo desenvolver atividades físicas. Isso devido ao declino natural da capacidade aeróbica, da força e da flexibilidade. Além das dificuldades ligadas à parte física, encontram-se às psicológicas como o medo e as inseguranças. Justamente por essas barreiras psicológicas, a natação, considerada uma das atividades físicas mais completas, é uma das mais complicadas de se aprender a partir dessa faixa etária. O que não deve ser impedimento para não tentar.

Os benefícios que a natação podem proporcionar as pessoas com mais de 40 são inúmeros. Além de combater o stress, muito comum nesta faixa de idade, em se que lida com muitas responsabilidades no trabalho e na família; a natação ajuda a combater hipertensão arterial, obesidade, diabetes, arteriosclerose, osteoporose, redução das funções cardiovascular, pulmonar e renal e lentidão cognitiva e motora.

Desenvolver novas habilidades motoras nesta fase da vida aumenta o número de neurônios centrais e periféricos e o número de comunicação entre os neurônios. Para a pessoa madura e o idoso isso é benéfico, pois aumenta sua capacidade cognitiva e motora.

Quem tem medo ou vergonha deve escolher um professor sensível, que transmita segurança e leve em consideração as sensações e emoções que influenciam no processo de iniciação ao aprendizado nesta faixa etária. Isso permite que certas dificuldades possam ser facilmente vencidas, possibilitando ao mesmo uma melhor adaptação ao meio aquático, de forma a adquirir, assim, a confiança e o prazer de entrar em contato com a água.

Por Yasmin Barcellos

domingo, 26 de dezembro de 2010

Sobrevivendo à depressão de fim de ano


Foto: Getty Images
Compras estressantes e luto podem desencadear uma depressão no fim do ano
As festividades de dezembro são repletas de alegrias, mas não para todos. O final do ano deixa algumas pessoas especialmente vulneráveis à depressão, de acordo com o psiquiatra Angelos Halaris, da Universidade de Loyola.
 Compras e diversão podem ser estressantes, enquanto reflexões sobre pessoas que partiram podem renovar dores da perda. A isso se acrescenta a desordens financeiras. O conjunto de fatores pode servir de empurrão para a depressão em algumas pessoas.

Para quem está se sentindo deprimido e impossibilitado de executar tarefas, é indicado que consulte um profissional médico imediatamente. Sinais de perigo envolvem transtornos de humor que durem mais de duas semanas, acessos de choro, mudanças no apetite e nos níveis de energia, dificuldades de concentração e até pensamentos sobre morte e suicídio.

Em alguns casos os sintomas não são tão severos, mas mesmo assim os indivíduos se sentem tristes. Para esses casos o psiquiatra tem algumas sugestões: “Exercícios funcionam, assim como manter relações que te preencham, fazer coisas que você ache recompensadoras e ir a eventos religiosos”, disse Halaris. “Dormir bastante e reservar um tempo para você podem ajudar. Todos têm limites e aprendendo a viver dentro deles é importante”, diz.

Em países do hemisfério norte a exaustão e falta de interesse na vida podem ser sinal de problemas emocionais sazonais, causados pela falta de luz do sol. Um frequente sintoma é desejo por doces. “O tipo mais comum de transtorno de humor ocorre durante os meses de inverno”, explica Halaris. “A depressão de inverno é explicada por um desequilíbrio químico no cérebro trazido pela falta de luz do sol em função dos dias mais curtos e céu tipicamente encoberto”, aponta o psiquiatra.

Para aqueles que estão desanimados presos a um sentimento de luto, a consultora comportamental Nancy Kiel sugere que é importante admitir a perda. “Comece uma nova tradição para honrar e lembrar dos entes queridos”, diz. “Acenda uma vela especial no jantar e faça todos compartilharem uma memória especial ou promova uma atividade que a pessoa em questão gostava. Faça algo que faria aquela pessoa querida sorrir”, completa. Ela também sugere evitar as compras em shoppings e dar preferência para lojas online. Assim sobra tempo para estar ao lado de pessoas que providenciam apoio e carinho.

The New York Times

Renovação: pratique esta ideia


Se desfaça das coisas velhas e ganhe mais energia para o novo ano
Andréia Meneguete, especial para o iG São Paulo
Foto: Getty Images
O simples ato de doar ou jogar fora o que não serve mais é renovador
A palavra renovação combina em tudo com a entrada de um novo ano. De acordo com a consultora Heloisa Sunfeld, da Help Personal Assistant, de São Paulo, a bagunça e o acúmulo de objetos indicam restrição ao fluxo de energia, gerando a sensação de incômodo e opressão em quem convive com esta situação.
“O descarte de parafernálias e papéis é uma das etapas mais importantes no processo de renovação”, salienta a profissional.

A falta de controle diante da própria vida no que se refere ao acúmulo de objetos e prioridades de funções pode ser também prejudicial à saúde, pois impede a evolução e o desenvolvimento das tarefas que ainda precisam ser executadas – algo que pode gerar ansiedade e estresse.
Para a psicóloga da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Cecília Zylberstajn, a forma como as pessoas conseguem se organizar na vida é um bom indicador de como elas encaram a realidade.
“Um bom exemplo disso é aquela pessoa que deixa a casa bagunçada, os papéis do escritório fora do lugar e faz tudo de última hora. Ela acaba sofrendo uma ansiedade desnecessária e, por vezes, enfrenta uma perda de tempo muito grande”, aponta.
A organização é um dos fatores que compromete (e muito!) o desempenho na hora de colocar a casa ou o ambiente de trabalho em ordem. E tem mais: ser organizado é difícil, leva tempo e é um hábito a ser treinado. Para aqueles que desejam praticar o desapego antes do ano novo chegar, o passo essencial é reservar tempo e disponibilidade para concretizar o plano da tão desejada renovação.

Energias equilibradas

De acordo com a terapeuta corporal e energética Lucia Cristina Palmieri, se desfazer das coisas antigas e em desuso trabalha de forma positiva a energia do corpo e do ambiente.

“Acumular itens desnecessários, como roupas e objetos inúteis, impossibilita a percepção daquilo que realmente importa. Ao trabalhar a renovação você melhora a qualidade de vida emocional, energética e física. As prioridades e pendências se tornam mais claras”, revela Lucia.
A dica da terapeuta para resolver o problema: organizar uma lista de pendências e jogar fora sempre tudo que não serve mais, como roupas e papéis irrelevantes. O ideal é eleger um dia da semana para a tarefa. Aproveite um sábado ou um domingo de folga para colocar a mão na massa e revirar o guarda-roupa. Separe tudo o que não usa mais. A mesma dica vai para os itens de cama, mesa e banho. A regra é clara: nada em excesso! Para quem tem o hábito de ler revistas, o ideal é manter no revisteiro apenas o que for mais recente. Na medida em que a leitura termina, é importante mandar o item para a reciclagem – ou em algum canto da casa vai crescer uma montanha de papel.

Eficiência no trabalho

Para quem não pode perder tempo no ambiente de trabalho, pode ser um verdadeiro atraso de vida ter dezenas de e-mails, pastas de documentos digitais e papéis aos montes arquivados. Na hora da demanda, sempre surge a dúvida: onde mesmo eu coloquei?
A lição número 1 para resolver o impasse é deletar tudo o que não serve mais.
“Separe por assuntos apenas o que tem valor ou será usado dentro de um curto prazo. Guardar algo sem utilidade é apenas um fator acumulativo para uma futura desorganização”, afirma a psicóloga Cecília Zylberstajn.

Outro setor que não pode ser esquecido na hora da limpeza é o gaveteiro. Neste local da mesa deixe sempre guardados os itens que fazem parte da rotina de trabalho. A profissional aconselha ainda que se eleja um caderno para anotar recados e telefone. É uma forma de dar utilidade àquela pilha de bloquinhos e cadernos que você certamente acumulou ao longo do ano.

sábado, 18 de dezembro de 2010

10 lições dos esportes de aventura

Quem se propõe a superar esses desafios encontra dificuldades, mas ganha experiências e habilidades distintivas

Yara Achôa, iG São Paulo
Foto: Divulgação
Danilo Vivan: prática de esportes de aventura envolve tomar decisões e bancar riscos
Praticar um esporte de aventura sozinho ou em equipe, encarando longas distâncias e diversos obstáculos, aumenta o condicionamento, tonifica os músculos e deixa aquela sensação gostosa de superação de limites.
Essas modalidades cheias de adrenalina, no entanto, podem acrescentar ou desenvolver outras habilidades extremamente úteis na vida de quem se propõe a enfrentá-las. Do desejo de partir para a aventura à realização dela, tudo pode trazer um ensinamento passível de ser usado em outras esferas da vida. Confira as habilidades que você pode desenvolver praticando esportes de aventura.

Ambição
“Estabeleça objetivos pessoais, sonhe alto e assuma um compromisso com seus sonhos”, diz Raphael Bonatto, empresário e ultramaratonista de Curitiba. Seu último sonho foi correr 27 maratonas, uma em cada capital brasileira, em 27 dias consecutivos. Tarefa que exigiu mais do que preparo físico. “A parte mais difícil foi montar a logística para realizar as provas”.
Mas ele chegou lá: no dia 21 de novembro, com a Maratona de Curitiba, concluída em 3h19m, Raphael realizou mais um projeto. O próximo? “Atravessar Portugal, correndo de norte a sul, em sete dias, passando por cidades importantes da época do descobrimento do Brasil”, adianta. A lição: você não precisa querer ir à Lua, mas deve ter metas que estimulem seguir sempre em frente.

Planejamento
Você tem um sonho? É bom também saber como realizá-lo. “Para participar de uma corrida de aventura é preciso se preparar pelo menos dois meses antes. É importante conciliar a vida profissional e familiar com os treinos e a organização de toda a logística”, diz Danilo Vivan, jornalista e praticante de corridas de aventura.
“Organize seu tempo de forma inteligente e valorize cada minuto do seu dia. No final você ganha foco e disciplina”, atesta Raphael Bonatto, que também ministra palestras motivacionais, usando suas experiências no esporte como base desse trabalho.

Jogo de cintura
Como em uma prova de aventura, a vida é cheia de imprevistos. Diante de uma dificuldade, é preciso manter a calma e buscar alternativas. “A gente aprende a desenvolver um plano B, C e até D”, brinca Bonatto. De uma maneira ou de outra, você acaba superando os problemas!

Espírito de equipe
Corridas de aventura podem ser feitas em equipes – e a figura do líder é importante. “Mas sozinho ele não chega a lugar algum. As tarefas devem ser divididas pelo grupo e as decisões tomadas coletivamente. Descentralizar é a grande lição”, explica o professor de educação física Leonardo Barbosa, organizador da Haka Race, prova de aventura que envolve modalidades como trekking, mountain bike, técnicas verticais, canoagem e orientação.
Confiança (em si e nos outros)


Foto: Getty Images
Aprender a trabalhar em equipe é uma habilidade desenvolvida nos esportes de aventura


Embora os integrantes de uma equipe tenham objetivos semelhantes (chegar, concluir bem a prova), individualmente as pessoas reagem de modos diferentes a determinadas situações. “É legal identificar quais os pontos fortes e fracos de cada um e usar isso em favor do sucesso do grupo”, diz Danilo Vivan. “Uma corrida de aventura é um excelente exercício de convivência e tolerância”, completa Leonardo. Ou seja: respeite as características das outras pessoas, confie em suas habilidades e extraia o melhor que cada uma tem a oferecer.

Entusiasmo
A alegria é contagiante e serve como combustível. “Em um esporte de aventura não é só o resultado que importa: você aprende a tirar prazer de tudo o que faz”, revela o ciclista Odir Züge Júnior, praticante de provas Audax, modalidade ciclística de longas distâncias (200, 300, 400 e até 1200 quilômetros). “Vibre com aquilo que está realizando. Transmita entusiasmo e satisfação. Isso faz você ir mais longe”, completa Raphael Bonatto.

Decisão
Muitas vezes a decisão a ser tomada não é a mais convencional. Às vezes é preciso assumir uma posição e bancar os riscos. “Era a primeira corrida do meu parceiro. Estávamos pedalando e faltavam dois quilômetros para a chegada. De repente, um animal cruzou nossa frente, meu amigo capotou e até se machucou um pouco. Fora que a bike entortou. Pensei: ‘acabou’. Mas ele levantou, deu um jeito na bicicleta e disse que iríamos terminar de qualquer jeito. Felizmente, tudo acabou bem”, conta Danilo Vivan.


No caso do ciclista Odir Züge, a história teve outro desfecho. Ele participava do Audax 600 (600 quilômetros pedalando) e havia se preparado muito para a prova. Devido a um problema mecânico da bicicleta, ele rodou 70 quilômetros trepidando – o que causou fortes dores nos punhos e nas mãos. “Tive de abandonar. A gente aprende a respeitar os limites do corpo e, se for preciso, parar. O fracasso momentâneo faz parte do sucesso futuro”, diz.
 
Humildade
Procure tirar lições dos erros e dos acertos. “Esteja aberto ao aprendizado, busque sempre mais, atualize seus conhecimentos”, sugere o ultramaratonista Raphael Bonatto. Do planejamento à realização, há inúmeras formas de ampliar os horizontes. “Nas provas de longas distâncias de bicicleta, por exemplo, a gente carrega tudo o que vai precisar – até o número de remendos de pneu você tem que calcular. E nada como a experiência e a troca de informações para ensinar”, diz o ciclista Odir Züge.

Positividade
Seja positivo e acredite em seu potencial. Dificuldades e frustrações acontecem na vida, claro. O importante é não se deixar abater. “De manhã, levante-se para superar obstáculos e vencer. Na vida ou no esporte, elimine o ‘se...’ do seu vocabulário. Tem gente que vive dizendo ‘se eu tivesse mais dinheiro, realizaria tal coisa’, ‘se não tivesse tanto calor teria corrido melhor...’ Acredite em você, faça o seu melhor e pare de lamentar. Persista, não existe vitória sem barreiras”, afirma Raphael Bonatto. “A linha de chegada está ali e você pode atingi-la”, reforça Leonardo Barbosa.

Entusiasmo
Na hora da dificuldade, é normal achar que o sofrimento nunca vai ter fim. Mas tudo na vida passa. É legal competir, brigar por boas colocações, buscar a superação, mas é fundamental também se divertir durante o percurso. “Com o esporte de aventura você sente prazer não só com o resultado, mas principalmente com o caminho até chegar lá”, diz Odir Züge. “A gente incorpora uma visão mais positiva da vida e tem a percepção de que é capaz de superar os desafios da vida, sejam eles quais forem”, finaliza Danilo Vivan.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Torcicolo

Excesso de tensão e estresse pode causar torcicolo que compromete o rendimento do atleta.

Um dia cheio de trabalho e uma noite mal dormida são fatais para provocar o torcicolo. A escolha do travesseiro e uma posição errada para dormir também colaboram para seu surgimento. Ele é caracterizado pelo ferimento de uma articulação, depois de um movimento abrupto. A articulação fica imobilizada e dispara uma contração ou espasmo nos músculos de sustentação da coluna cervical.

De acordo com ortopedistas, o torcicolo também está relacionado a erros na postura ou no exercício. Ninguém está livre de ter um torcicolo. Se um atleta exagerar na dose da atividade, ele também está suscetível a tê-lo. Para evitá-lo, recomenda-se alongamento e fortalecimento muscular.

Uma vez atacado por ele, as soluções para curar o torcicolo vão desde massagem na região afetada, acupuntura e até o uso de anti-inflamatório. Caso ele se manifeste regularmente, é preciso procurar ajuda com um profissional que poderá indicar tratamento com RPG ou até mesmo recomendar a troca do travesseiro.

Por Carolina Abranches